16 de outubro de 2011

Leci Brandão - Deixa,deixa / Participação- Mano Brown -ao vivo


aqui nao tem pra ninguem--até as musícas pedem para deixar fazer tudo espero que neste tudo esteja incluido o respeito aos direitos do proximo.
até quando vão deixar os jovens fazer tudo?
258% de aumento no sálario do secretario público,10% de aumento pra professor e9 % de aumento pra bombeiros aquele que salva sa vida e até mesmo salva a vida de um corrupto que estiver no chaõ da rua num acidente! porque? não pagam salarios normal aos secretatios publicos e aumentam o numero de fiscais pra unir e fiscalizar os mesmos só porque tem ascesso ao dinheiro vai ganhar a mais? tem que ter mais fiscal e justiça mais severa
Quando vão liberar o aborto no Brazil? Quando vão liberar penas mais severas pra menor de idade ? Quando vai mudar a lei pra termos um Brazil melhor! Quando vão parar de pagar 900 reais pra mulheres que engravidam de presos nas vizitas intimas dos presidios? quando vão parar de dar regime aberto pra quem comete crimes hediondos?
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Os crimes hediondos, do ponto de vista da criminologia sociológica, são os crimes que estão no topo da pirâmide de desvaloração axiológica criminal, devendo, portanto, ser entendidos como crimes mais graves, mais revoltantes, que causam maior aversão à coletividade. Segundo Fátima Aparecida de Souza Borges:

Crime hediondo diz respeito ao delito cuja lesividade é acentuadamente expressiva, ou seja, crime de extremo potencial ofensivo, ao qual denominamos crime “de gravidade acentuada”.

Do ponto de vista semântico, o termo hediondo significa ato profundamente repugnante, imundo, horrendo, sórdido, ou seja, um ato indiscutivelmente nojento, segundo os padrões da moral vigente. O crime hediondo é o crime que causa profunda e consensual repugnância por ofender, de forma acentuadamente grave, valores morais de indiscutível legitimidade, como o sentimento comum de piedade, de fraternidade, de solidariedade e de respeito à dignidade da pessoa humana. Ontologicamente, o conceito de crime hediondo repousa na idéia de que existem condutas que se revelam como a antítese extrema dos padrões éticos de comportamento social, de que seus autores são portadores de extremo grau de perversidade, de perniciosa ou de periculosidade e que, por isso, merecem sempre o grau máximo de reprovação ética por parte do grupo social e, em conseqüência, do próprio sistema de controle

Como a violência tem levado à morte os jovens brasileiros nas capitais, Estados, grandes conglomerados urbanos e municípios

O Observatório das Violências Policiais-SP é um sítio voltado para a documentação da violência institucional no Estado de São Paulo, expressa pela ação de policiais e de outros agentes do Estado contra as populações pobres das periferias urbanas. Contém um banco de dados de casos de violências (chacinas, execuções sumárias, torturas, mortes sob custódia, abuso de poder, injustiças) baseado essencialmente em notícias de cerca de 100 jornais. Contém ainda a lista mensal de mortos por policiais e homens encapuzados em chacinas. Pretende ser um espaço de memória desses anônimos torturados e mortos na tragédia social cotidiana. Contém ainda denúncias, notícias de protestos, documentos, relatórios, artigos, entrevistas, legislação, bibliografia e comentários sobre obras culturais que tratam da violência sofrida pelas populações urbanas pobres.

Na verdade, "a política de confronto", nome que está sendo dado às execuções sumárias praticadas por forças policiais institucionais, à margem de qualquer investigação que demonstre a situação de confronto e de legítima defesa, é praticada em todos os estados da Federação, em maior ou menor grau. É a aplicação de uma pena de morte inexistente na legislação brasileira, sujeita ao arbítrio policial. Mas uma coisa é certa: essa política só se exerce em certos territórios da nação. Em todos os estados da Federação, ela só se aplica nos locais onde se concentram as camadas pobres da população, com grande presença de negros. E em cada estado ela toma uma forma.
Uma radiografia das mortes violentas de nossos jovens
Como a violência tem levado à morte os jovens brasileiros nas capitais, Estados, grandes conglomerados urbanos e municípios? Ajudar a encontrar resposta a essa pergunta é uma das propostas do Mapa da Violência 2011 – Os Jovens do Brasil, lançamento conjunto do Ministério da Justiça e do Instituto Sangari, braço social da Sangari.


veja aqui:



http://www.ovp-sp.org/index1.htm



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