Viver é também estar preparado para situações difíceis."violência"
29 de outubro de 2011
Alunos detidos querem PM fora da USP e liberação da maconha no Brasil
Maconha
“Acho que temos que debater a liberação da maconha. Toda a violência aconteceu por causa de uma quantidade ridícula da droga. É um debate que envolve gerações na universidade. Sou defensor da legalização da maconha”, disse o aluno de 21 anos.
"A PM não é preparada para lidar com estudante universitário
Aluno de 22 anos detido pela PM na USP
“Eu acho que a proibição da maconha é uma hipocrisia total. O álcool gera mais mal, brigas e mortes no trânsito e é liberada porque gera muito mais dinheiro. Historicamente, a maconha foi proibida nos Estados Unidos como preconceito e hoje tem diversas pesquisas científicas [sobre seu uso]. O problema social da maconha é o tráfico que foi criado por causa da proibição”, disse o aluno de 22 anos. “Só espero que esse fato sirva de momento para a galera pensar".
PM
“Acho que é preciso debater presença da PM no campus. O problema maior é a repressão. Está um clima quase de perseguição. Pessoas que estavam estudando no gramado de Geografia ou dormindo lá estão sendo abordadas”, disse o aluno de 21 anos.
“Eu sou contra a PM estar na USP, não faz menor sentindo. Tinha 70 anos que não tinha PM. A PM já fazia ronda na USP e fazia batida na época do latrocínio. Mas a PM não é preparada para lidar com estudante universitário. A PM age de forma truculenta, inclusive com professores. É um espaço para ter liberdade de discutir uma série de coisas. A PM lá quer inibir várias discussões”, disse o aluno de 22 anos.
A detenção dos universitários por volta das 18h desta quinta deu início a um protesto de 300 alunos contrários à ida dos suspeitos para uma delegacia e à presença da polícia no campus. Enquanto os três eram levados, houve bate-boca e alunos jogaram um cavelete nos policiais. Houve confronto com a PM, que usou cassetetes, spray de pimenta, bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral para dispersar a manifestação. Os estudantes revidaram com pedras. Um carro da Polícia Civil e outros cinco da PM foram danificados, segundo registro da Polícia Civil. Alunos também se feriram.
Ainda na noite desta quinta, universitários invadiram a sala da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) para protestar contra a ação da PM. Eles informaram que só vão deixar o local quando a polícia parar de patrulhar a USP. Um convênio firmado neste ano entre a universidade e a Polícia Militar permitiu que a corporação realize rondas no campus. O acordo foi feito após a morte do aluno Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, durante tentativa de assalto em maio.
Seis veículos das polícias Civil e Militar foram danificados durante a manifestação ocorrida dentro da Universidade de São Paulo (USP) na noite desta quinta-feira (27), de acordo com o boletim de ocorrência registrado na Central de Flagrantes da 3ª Seccional. Os alunos invadiram o prédio da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) após confronto com a PM.
O conflito teve início após a prisão de três estudantes que portavam maconha no campus da universidade. Os alunos foram detidos por volta das 19h por policiais militares. Segundo a PM, eles estavam próximos a um carro, onde foi encontrada uma porção da droga. No momento em que os policiais foram levar o trio para o 91º DP, onde a ocorrência seria registrada, estudantes das faculdades os impediram. Os três, então, foram levados pelos colegas até um dos prédios.
Quando finalmente os alunos eram conduzidos para a delegacia, os estudantes cercaram o carro da Polícia Civil. Houve bate-boca. Alunos jogaram um cavalete de trânsito em cima dos policiais, que reagiram com golpes de cassetetes e bombas de gás lacrimogêneo. Estudantes começaram, então, a jogar pedras e dar chutes nos PMs. Carros da corporação e de estudantes foram atingidos.
RELEMBRE:Estudante morre baleado dentro da USP
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FOTOS:A dor da perda
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Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/05/19/policia-registrou-morte-na-usp-como-homicidio-mas-familia-acredita-em-assalto-924494020.asp#ixzz1c8MqWOre
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Jovem é baleada após assalto na USP - São Paulo - R7 noticias.r7.com/.../jovem-e-baleada-apos-assalto-na-usp-20111007.ht...Em cache
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7 out. 2011 – A estudante de biologia da USP (Universidade de São Paulo) ... Já foi assaltado dentro na USP? ... Estudante é assassinado no campus ...
Universitário é baleado em tentativa de assalto e morre dentro da USP www.blogdomarcelo.com.br/.../universitario-e-baleado-em-tentativa-...Em cache
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19 maio 2011 – Marcadores: aluno, assalto, assassinato, campus, estudante, família, insegurança, morte, polícia, são paulo, universidade, usp, vídeo, ...
Não frequente a USP. Não é seguro.
Postado por Rafael Sola de Paula de Angelo Calsaverini
Todos já devem ter ficado sabendo da tragédia anunciada que aconteceu no estacionamento da FEA ontem a noite. Um estudante reagiu a um assalto e foi baleado na cabeça, morrendo no local.
A USP é erma, cheia de rotas de fuga, frequentada por gente razoavelmente bem remunerada, sem polícia, com pouca iluminação pública,… é um belo convite. E esse convite foi respondido com um recente aumento do número de ocorrências no campus. Parece óbvio que uma quadrilha de sequestros relâmpago têm agido na Cidade Universitária desde o começo do ano, além de outros assaltos e ocorrências. Era uma questão de tempo até que alguém reagisse e fosse baleado.
Não é a primeira vez que a USP passa por uma onda de crimes (houve uma onda de estupros em 2002) e não é a primeira vez que alguém morre na USP, e nem é a primeira vez que alguém é baleado.
De um lado, assim como nas ocasiões passadas, a resposta da Reitoria é de que não pode fazer nada sem o aval do Conselho do Campus. De outro, sabemos que há um setor da universidade – que apesar de minoritário é bastante barulhento, e parece ter influencia nos conselhos que decidem esse tipo de coisa – que é absolutamente contra qualquer presença policial no campus.
É difícil para mim entender porque algumas pessoas associam qualquer presença da PM, mesmo com uma simples ronda preventiva, com repressão ideológica. Será que elas acham que os policiais vão entrar nas salas de aula para checar que tipo de conteúdo está sendo ensinado? Será que vão confiscar livros suspeitos na biblioteca? Será que pessoas serão presas por serem filiadas a partidos de esquerda? A fantasia uspiana é tão densa que causa paranóias poderosíssimas.
Também é difícil para mim entender como o reitor pode ser tão fraco e bunda-mole. Ele é responsável pela administração dessa universidade e, ainda que não caiba a ele tomar decisões finais, ele tem poder de influenciar os conselhos responsáveis por essas decisões. Eu não consigo acreditar que ele tenha tão pouco poder como afirma. Afinal, ele foi capaz de invocar poderes externos para ser nomeado reitor mesmo sem ter sido eleito... Pouco influente ele não é.
Enfim. Nada vai mudar. A USP continua a mesma ilha da fantasia, anacrônica, ideologicamente congelada no tempo, com a mesma administração fraca e inapta de sempre, lentamente desmoronando, no ritmo uspiano de sempre.
Por isso ouça meu conselho: não frequente a USP. Não é seguro, e não vai se tornar seguro tão cedo.
25 de outubro de 2011
a memoria de meu filho Nélio ,que Deus o tenha em lugar Maravilhoso.
Eu o Amei o Suficiente...
Meus filhos, um dia, quando vocês forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de lhes dizer:
Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar as balas que tiraram da mercearia e os fazer dizer ao dono: Nós roubamos isto ontem e queríamos pagar.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês por uma hora, enquanto limpavam o seu quarto; tarefa que eu teria realizado em quinze minutos.
Eu os amei o suficiente para deixá-los ver, além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as conseqüências eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso.
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente... Venci... porque no final vocês venceram também!
E, qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos vão lhes dizer quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má: Sim... Nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo. As outras crianças comiam doces no café da manhã e nós tínhamos de comer pão, queijo, leite.
As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos de comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
Ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães, que deixavam os filhos comer vendo televisão. Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora. Era quase uma prisão.
Mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos quando íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis de trabalho infantil. Nós tínhamos de lavar a louça, fazer as camas, lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar o pó do chão, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para lhe dizer a verdade, e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que nós saíssemos.
Tinham de subir, bater na porta para ela os conhecer. Enquanto todos podiam sair à noite com doze, treze anos, nós tivemos de esperar pelos dezesseis.
Nossos amigos dirigiam o carro dos pais, mesmo sem ter habilitação, mas nós tivemos que esperar os dezoito anos para aprender, como pede a lei.
Por causa da nossa mãe, nós perdemos muitas experiências da adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido em roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
Foi tudo por causa dela. Agora já saímos de casa. Somos adultos, honestos e educados, e estamos fazendo o possível para ser, também, "pais maus", tal como a nossa mãe.
Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes mães más como a nossa mãe o foi...
Meus filhos, um dia, quando vocês forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de lhes dizer:
Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar as balas que tiraram da mercearia e os fazer dizer ao dono: Nós roubamos isto ontem e queríamos pagar.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês por uma hora, enquanto limpavam o seu quarto; tarefa que eu teria realizado em quinze minutos.
Eu os amei o suficiente para deixá-los ver, além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as conseqüências eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso.
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente... Venci... porque no final vocês venceram também!
E, qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos vão lhes dizer quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má: Sim... Nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo. As outras crianças comiam doces no café da manhã e nós tínhamos de comer pão, queijo, leite.
As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos de comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
Ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães, que deixavam os filhos comer vendo televisão. Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora. Era quase uma prisão.
Mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos quando íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis de trabalho infantil. Nós tínhamos de lavar a louça, fazer as camas, lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar o pó do chão, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para lhe dizer a verdade, e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que nós saíssemos.
Tinham de subir, bater na porta para ela os conhecer. Enquanto todos podiam sair à noite com doze, treze anos, nós tivemos de esperar pelos dezesseis.
Nossos amigos dirigiam o carro dos pais, mesmo sem ter habilitação, mas nós tivemos que esperar os dezoito anos para aprender, como pede a lei.
Por causa da nossa mãe, nós perdemos muitas experiências da adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido em roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
Foi tudo por causa dela. Agora já saímos de casa. Somos adultos, honestos e educados, e estamos fazendo o possível para ser, também, "pais maus", tal como a nossa mãe.
Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes mães más como a nossa mãe o foi...
16 de outubro de 2011
Como a violência tem levado à morte os jovens brasileiros nas capitais, Estados, grandes conglomerados urbanos e municípios
O Observatório das Violências Policiais-SP é um sítio voltado para a documentação da violência institucional no Estado de São Paulo, expressa pela ação de policiais e de outros agentes do Estado contra as populações pobres das periferias urbanas. Contém um banco de dados de casos de violências (chacinas, execuções sumárias, torturas, mortes sob custódia, abuso de poder, injustiças) baseado essencialmente em notícias de cerca de 100 jornais. Contém ainda a lista mensal de mortos por policiais e homens encapuzados em chacinas. Pretende ser um espaço de memória desses anônimos torturados e mortos na tragédia social cotidiana. Contém ainda denúncias, notícias de protestos, documentos, relatórios, artigos, entrevistas, legislação, bibliografia e comentários sobre obras culturais que tratam da violência sofrida pelas populações urbanas pobres.
Na verdade, "a política de confronto", nome que está sendo dado às execuções sumárias praticadas por forças policiais institucionais, à margem de qualquer investigação que demonstre a situação de confronto e de legítima defesa, é praticada em todos os estados da Federação, em maior ou menor grau. É a aplicação de uma pena de morte inexistente na legislação brasileira, sujeita ao arbítrio policial. Mas uma coisa é certa: essa política só se exerce em certos territórios da nação. Em todos os estados da Federação, ela só se aplica nos locais onde se concentram as camadas pobres da população, com grande presença de negros. E em cada estado ela toma uma forma.
Uma radiografia das mortes violentas de nossos jovens
Como a violência tem levado à morte os jovens brasileiros nas capitais, Estados, grandes conglomerados urbanos e municípios? Ajudar a encontrar resposta a essa pergunta é uma das propostas do Mapa da Violência 2011 – Os Jovens do Brasil, lançamento conjunto do Ministério da Justiça e do Instituto Sangari, braço social da Sangari.
veja aqui:
http://www.ovp-sp.org/index1.htm
veja aqui:
Na verdade, "a política de confronto", nome que está sendo dado às execuções sumárias praticadas por forças policiais institucionais, à margem de qualquer investigação que demonstre a situação de confronto e de legítima defesa, é praticada em todos os estados da Federação, em maior ou menor grau. É a aplicação de uma pena de morte inexistente na legislação brasileira, sujeita ao arbítrio policial. Mas uma coisa é certa: essa política só se exerce em certos territórios da nação. Em todos os estados da Federação, ela só se aplica nos locais onde se concentram as camadas pobres da população, com grande presença de negros. E em cada estado ela toma uma forma.
Uma radiografia das mortes violentas de nossos jovens
Como a violência tem levado à morte os jovens brasileiros nas capitais, Estados, grandes conglomerados urbanos e municípios? Ajudar a encontrar resposta a essa pergunta é uma das propostas do Mapa da Violência 2011 – Os Jovens do Brasil, lançamento conjunto do Ministério da Justiça e do Instituto Sangari, braço social da Sangari.
veja aqui:
http://www.ovp-sp.org/index1.htm
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26 de setembro de 2011
O mais jovem campeão de formula 1 do GP Cingapura 01:34 26/09/2011 Sebastian Vetttel
*
O mais jovem campeão de formula 1
Assista aqui:
Red Bull
Em 2009, Vettel passa a correr na Red Bull, substituindo David Coulthard, que se aposentou ao fim de 2008.
Em 19 de abril de 2009, no Grande Prêmio da China, conquistou a segunda vitória na categoria e a primeira da equipe Red Bull.[1][5]
Em 1 de novembro, Vettel terminou na segunda colocação no Mundial - sendo o mais novo piloto a conseguir tal feito - logo após sua vitória na estreia do GP de Abu Dhabi, ficando atrás apenas do britânico Jenson Button no campeonato.[6][7]
Em 19 de novembro de 2009, Vettel foi eleito o melhor piloto do ano pela revista inglesa "Autosport", em uma votação feita com os chefes de equipe da categoria.[8][9]
O piloto alemão começou a temporada de 2010 marcando a pole position nas duas primeiras etapas, no entanto, por problemas no carro, acabou perdendo a liderança, inclusive sendo obrigado a abandonar na segunda corrida. A primeira vitória na temporada veio na terceira corrida, o Grande Prêmio da Malásia, quando superou o companheiro de equipe Mark Webber, que chegou em segundo. Em 14 de novembro, Vettel tornou-se o campeão da categoria, após vencer a ultima corrida da temporada, o GP de Abu Dhabi.[10] Vettel tornou-se o campeão mais novo da história, com 23 anos, 4 meses e 11 dias. Vettel também se tornou o 1º piloto da história da Fórmula 1 a ser campeão sem ter liderado o campeonato antes da última prova.
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2011/09/tabela-do-mundial-de-pilotos-2011-14.html
Classificação do Mundial de Pilotos após 14 de 19 corridas:
Posição Piloto País Equipe Pontos Vitórias
1 Sebastian Vettel ALE RBR-Renault 309
2 Jenson Button ING McLaren-Mercedes 185
3 Fernando Alonso ESP Ferrari 184
4 Mark Webber AUS RBR-Renault 182
5 Lewis Hamilton ING McLaren-Mercedes 168
6 Felipe Massa BRA Ferrari 84
7 Nico Rosberg ALE Mercedes 62
8 Michael Schumacher ALE Mercedes 52
9 Vitaly Petrov RUS Renault-Lotus 34
10 Nick Heidfeld ALE Renault-Lotus 34
11 Adrian Sutil ALE Force India-Mercedes 28
12 Kamui Kobayashi JAP Sauber-Ferrari 27
13 Paul di Resta ESC Force India-Mercedes 20
14 Jaime Alguersuari ESP STR-Ferrari 16
15 Sebastien Buemi SUI STR-Ferrari 13
16 Sergio Pérez MEX Sauber-Ferrari 9
17 Rubens Barrichello BRA Williams-Cosworth 4
18 Bruno Senna BRA Renault-Lotus 2
19 Pastor Maldonado VEN Williams-Cosworth 1
20 Pedro de la Rosa ESP Sauber-Ferrari 0 0
21 Jarno Trulli ITA Lotus-Renault 0 0
22 Heikki Kovalainen FIN Lotus-Renault 0 0
23 Vitantonio Liuzzi ITA Hispania-Cosworth 0 0
24 Jerome D'Ambrosio BEL MVR-Cosworth 0 0
25 Timo Glock ALE MVR-Cosworth 0 0
26 Narain Karthikeyan IND Hispania-Cosworth 0 0
27 Daniel Ricciardo AUS Hispania-Cosworth 0 0
28 Karun Chandhok IND Lotus-Renault
A Red Bull Racing, também conhecida por RBR, é uma equipe de automobilismo que compete no campeonato da Fórmula 1. É de propriedade da indústria de bebidas austríaca Red Bull, que comprou no final de 2004 a escuderia JaguarEm 2004, após cinco temporadas frustradas com a equipe Jaguar Racing,a sucessora da antiga Stewart de Jackie Stewart, a Ford anuncia sua retirada da Fórmula 1 vendendo a Jaguar Racing para a Red Bull do magnata austríaco Dietrich Mateschitz. Além da F1, quando patrocinava a equipe Sauber, a Red Bull ainda patrocinava algumas equipes e pilotos na GP2 Series, tendo a equipe Red Bull Junior Team e incluindo os pilotos Enrique Bernoldi, Christian Klien, Patrick Friesacher, Vitantonio Liuzzi e Scott Speed. Com o chassi Red Bull RB1, semelhante ao Jaguar R5, a Red Bull Racing faria sua primeira temporada em 20052009: Primeira vitória e primeira dobradinha
Para 2009, a RBR contratou a revelação Sebastian Vettel, vencedor do GP da Itália de 2008, e almeja resultados melhores que os de 2008. No dia 09 de fevereiro de 2009 a equipe apresentou o seu novo modelo RB5 para a temporada 2009.
Conquistou sua primeira pole position, sua primeira vitória e primeira dobradinha da sua história na Fórmula 1, no GP da China, nos dias 18 e 19 de abril, respectivamente, com o piloto alemão Sebastian Vettel (pole-position e vencedor) e o piloto australiano Mark Alan Webber (segundo colocado). Essa situação se repetiu no GP da Inglaterra e, com nova dobradinha, a equipe conquistou sua segunda vitória. No GP da Alemanha, nova dobradinha, desta vez com Mark Webber vencendo e Sebastian Vettel em segundo. A equipe obteve ainda outras 3 vitórias em 2009. Nos GPs do Japão e dos Emirados Árabes com Sebastian Vettel e no GP do Brasil com Mark Webber. A equipe foi a vice-campeã dos construtores de 2009, perdendo somente para a equipe Brawn GP.
Motores
A equipe da Red Bull iniciou a sua participação no Campeonato de Fórmula 1 com motores V10 da Cosworth. Em 2006 utilizou os motores V8 da Ferrari. A partir da temporada 2007 passou a utilizar os motores V8 da Renault.
O mais jovem campeão de formula 1
Assista aqui:
Red Bull
Em 2009, Vettel passa a correr na Red Bull, substituindo David Coulthard, que se aposentou ao fim de 2008.
Em 19 de abril de 2009, no Grande Prêmio da China, conquistou a segunda vitória na categoria e a primeira da equipe Red Bull.[1][5]
Em 1 de novembro, Vettel terminou na segunda colocação no Mundial - sendo o mais novo piloto a conseguir tal feito - logo após sua vitória na estreia do GP de Abu Dhabi, ficando atrás apenas do britânico Jenson Button no campeonato.[6][7]
Em 19 de novembro de 2009, Vettel foi eleito o melhor piloto do ano pela revista inglesa "Autosport", em uma votação feita com os chefes de equipe da categoria.[8][9]
O piloto alemão começou a temporada de 2010 marcando a pole position nas duas primeiras etapas, no entanto, por problemas no carro, acabou perdendo a liderança, inclusive sendo obrigado a abandonar na segunda corrida. A primeira vitória na temporada veio na terceira corrida, o Grande Prêmio da Malásia, quando superou o companheiro de equipe Mark Webber, que chegou em segundo. Em 14 de novembro, Vettel tornou-se o campeão da categoria, após vencer a ultima corrida da temporada, o GP de Abu Dhabi.[10] Vettel tornou-se o campeão mais novo da história, com 23 anos, 4 meses e 11 dias. Vettel também se tornou o 1º piloto da história da Fórmula 1 a ser campeão sem ter liderado o campeonato antes da última prova.
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2011/09/tabela-do-mundial-de-pilotos-2011-14.html
Classificação do Mundial de Pilotos após 14 de 19 corridas:
Posição Piloto País Equipe Pontos Vitórias
1 Sebastian Vettel ALE RBR-Renault 309
2 Jenson Button ING McLaren-Mercedes 185
3 Fernando Alonso ESP Ferrari 184
4 Mark Webber AUS RBR-Renault 182
5 Lewis Hamilton ING McLaren-Mercedes 168
6 Felipe Massa BRA Ferrari 84
7 Nico Rosberg ALE Mercedes 62
8 Michael Schumacher ALE Mercedes 52
9 Vitaly Petrov RUS Renault-Lotus 34
10 Nick Heidfeld ALE Renault-Lotus 34
11 Adrian Sutil ALE Force India-Mercedes 28
12 Kamui Kobayashi JAP Sauber-Ferrari 27
13 Paul di Resta ESC Force India-Mercedes 20
14 Jaime Alguersuari ESP STR-Ferrari 16
15 Sebastien Buemi SUI STR-Ferrari 13
16 Sergio Pérez MEX Sauber-Ferrari 9
17 Rubens Barrichello BRA Williams-Cosworth 4
18 Bruno Senna BRA Renault-Lotus 2
19 Pastor Maldonado VEN Williams-Cosworth 1
20 Pedro de la Rosa ESP Sauber-Ferrari 0 0
21 Jarno Trulli ITA Lotus-Renault 0 0
22 Heikki Kovalainen FIN Lotus-Renault 0 0
23 Vitantonio Liuzzi ITA Hispania-Cosworth 0 0
24 Jerome D'Ambrosio BEL MVR-Cosworth 0 0
25 Timo Glock ALE MVR-Cosworth 0 0
26 Narain Karthikeyan IND Hispania-Cosworth 0 0
27 Daniel Ricciardo AUS Hispania-Cosworth 0 0
28 Karun Chandhok IND Lotus-Renault
A Red Bull Racing, também conhecida por RBR, é uma equipe de automobilismo que compete no campeonato da Fórmula 1. É de propriedade da indústria de bebidas austríaca Red Bull, que comprou no final de 2004 a escuderia JaguarEm 2004, após cinco temporadas frustradas com a equipe Jaguar Racing,a sucessora da antiga Stewart de Jackie Stewart, a Ford anuncia sua retirada da Fórmula 1 vendendo a Jaguar Racing para a Red Bull do magnata austríaco Dietrich Mateschitz. Além da F1, quando patrocinava a equipe Sauber, a Red Bull ainda patrocinava algumas equipes e pilotos na GP2 Series, tendo a equipe Red Bull Junior Team e incluindo os pilotos Enrique Bernoldi, Christian Klien, Patrick Friesacher, Vitantonio Liuzzi e Scott Speed. Com o chassi Red Bull RB1, semelhante ao Jaguar R5, a Red Bull Racing faria sua primeira temporada em 20052009: Primeira vitória e primeira dobradinha
Para 2009, a RBR contratou a revelação Sebastian Vettel, vencedor do GP da Itália de 2008, e almeja resultados melhores que os de 2008. No dia 09 de fevereiro de 2009 a equipe apresentou o seu novo modelo RB5 para a temporada 2009.
Conquistou sua primeira pole position, sua primeira vitória e primeira dobradinha da sua história na Fórmula 1, no GP da China, nos dias 18 e 19 de abril, respectivamente, com o piloto alemão Sebastian Vettel (pole-position e vencedor) e o piloto australiano Mark Alan Webber (segundo colocado). Essa situação se repetiu no GP da Inglaterra e, com nova dobradinha, a equipe conquistou sua segunda vitória. No GP da Alemanha, nova dobradinha, desta vez com Mark Webber vencendo e Sebastian Vettel em segundo. A equipe obteve ainda outras 3 vitórias em 2009. Nos GPs do Japão e dos Emirados Árabes com Sebastian Vettel e no GP do Brasil com Mark Webber. A equipe foi a vice-campeã dos construtores de 2009, perdendo somente para a equipe Brawn GP.
Motores
A equipe da Red Bull iniciou a sua participação no Campeonato de Fórmula 1 com motores V10 da Cosworth. Em 2006 utilizou os motores V8 da Ferrari. A partir da temporada 2007 passou a utilizar os motores V8 da Renault.
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