O Observatório das Violências Policiais-SP é um sítio voltado para a documentação da violência institucional no Estado de São Paulo, expressa pela ação de policiais e de outros agentes do Estado contra as populações pobres das periferias urbanas. Contém um banco de dados de casos de violências (chacinas, execuções sumárias, torturas, mortes sob custódia, abuso de poder, injustiças) baseado essencialmente em notícias de cerca de 100 jornais. Contém ainda a lista mensal de mortos por policiais e homens encapuzados em chacinas. Pretende ser um espaço de memória desses anônimos torturados e mortos na tragédia social cotidiana. Contém ainda denúncias, notícias de protestos, documentos, relatórios, artigos, entrevistas, legislação, bibliografia e comentários sobre obras culturais que tratam da violência sofrida pelas populações urbanas pobres.
Na verdade, "a política de confronto", nome que está sendo dado às execuções sumárias praticadas por forças policiais institucionais, à margem de qualquer investigação que demonstre a situação de confronto e de legítima defesa, é praticada em todos os estados da Federação, em maior ou menor grau. É a aplicação de uma pena de morte inexistente na legislação brasileira, sujeita ao arbítrio policial. Mas uma coisa é certa: essa política só se exerce em certos territórios da nação. Em todos os estados da Federação, ela só se aplica nos locais onde se concentram as camadas pobres da população, com grande presença de negros. E em cada estado ela toma uma forma.
Uma radiografia das mortes violentas de nossos jovens
Como a violência tem levado à morte os jovens brasileiros nas capitais, Estados, grandes conglomerados urbanos e municípios? Ajudar a encontrar resposta a essa pergunta é uma das propostas do Mapa da Violência 2011 – Os Jovens do Brasil, lançamento conjunto do Ministério da Justiça e do Instituto Sangari, braço social da Sangari.
veja aqui:
http://www.ovp-sp.org/index1.htm
veja aqui:
Viver é também estar preparado para situações difíceis."violência"
16 de outubro de 2011
26 de setembro de 2011
O mais jovem campeão de formula 1 do GP Cingapura 01:34 26/09/2011 Sebastian Vetttel
*
O mais jovem campeão de formula 1
Assista aqui:
Red Bull
Em 2009, Vettel passa a correr na Red Bull, substituindo David Coulthard, que se aposentou ao fim de 2008.
Em 19 de abril de 2009, no Grande Prêmio da China, conquistou a segunda vitória na categoria e a primeira da equipe Red Bull.[1][5]
Em 1 de novembro, Vettel terminou na segunda colocação no Mundial - sendo o mais novo piloto a conseguir tal feito - logo após sua vitória na estreia do GP de Abu Dhabi, ficando atrás apenas do britânico Jenson Button no campeonato.[6][7]
Em 19 de novembro de 2009, Vettel foi eleito o melhor piloto do ano pela revista inglesa "Autosport", em uma votação feita com os chefes de equipe da categoria.[8][9]
O piloto alemão começou a temporada de 2010 marcando a pole position nas duas primeiras etapas, no entanto, por problemas no carro, acabou perdendo a liderança, inclusive sendo obrigado a abandonar na segunda corrida. A primeira vitória na temporada veio na terceira corrida, o Grande Prêmio da Malásia, quando superou o companheiro de equipe Mark Webber, que chegou em segundo. Em 14 de novembro, Vettel tornou-se o campeão da categoria, após vencer a ultima corrida da temporada, o GP de Abu Dhabi.[10] Vettel tornou-se o campeão mais novo da história, com 23 anos, 4 meses e 11 dias. Vettel também se tornou o 1º piloto da história da Fórmula 1 a ser campeão sem ter liderado o campeonato antes da última prova.
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2011/09/tabela-do-mundial-de-pilotos-2011-14.html
Classificação do Mundial de Pilotos após 14 de 19 corridas:
Posição Piloto País Equipe Pontos Vitórias
1 Sebastian Vettel ALE RBR-Renault 309
2 Jenson Button ING McLaren-Mercedes 185
3 Fernando Alonso ESP Ferrari 184
4 Mark Webber AUS RBR-Renault 182
5 Lewis Hamilton ING McLaren-Mercedes 168
6 Felipe Massa BRA Ferrari 84
7 Nico Rosberg ALE Mercedes 62
8 Michael Schumacher ALE Mercedes 52
9 Vitaly Petrov RUS Renault-Lotus 34
10 Nick Heidfeld ALE Renault-Lotus 34
11 Adrian Sutil ALE Force India-Mercedes 28
12 Kamui Kobayashi JAP Sauber-Ferrari 27
13 Paul di Resta ESC Force India-Mercedes 20
14 Jaime Alguersuari ESP STR-Ferrari 16
15 Sebastien Buemi SUI STR-Ferrari 13
16 Sergio Pérez MEX Sauber-Ferrari 9
17 Rubens Barrichello BRA Williams-Cosworth 4
18 Bruno Senna BRA Renault-Lotus 2
19 Pastor Maldonado VEN Williams-Cosworth 1
20 Pedro de la Rosa ESP Sauber-Ferrari 0 0
21 Jarno Trulli ITA Lotus-Renault 0 0
22 Heikki Kovalainen FIN Lotus-Renault 0 0
23 Vitantonio Liuzzi ITA Hispania-Cosworth 0 0
24 Jerome D'Ambrosio BEL MVR-Cosworth 0 0
25 Timo Glock ALE MVR-Cosworth 0 0
26 Narain Karthikeyan IND Hispania-Cosworth 0 0
27 Daniel Ricciardo AUS Hispania-Cosworth 0 0
28 Karun Chandhok IND Lotus-Renault
A Red Bull Racing, também conhecida por RBR, é uma equipe de automobilismo que compete no campeonato da Fórmula 1. É de propriedade da indústria de bebidas austríaca Red Bull, que comprou no final de 2004 a escuderia JaguarEm 2004, após cinco temporadas frustradas com a equipe Jaguar Racing,a sucessora da antiga Stewart de Jackie Stewart, a Ford anuncia sua retirada da Fórmula 1 vendendo a Jaguar Racing para a Red Bull do magnata austríaco Dietrich Mateschitz. Além da F1, quando patrocinava a equipe Sauber, a Red Bull ainda patrocinava algumas equipes e pilotos na GP2 Series, tendo a equipe Red Bull Junior Team e incluindo os pilotos Enrique Bernoldi, Christian Klien, Patrick Friesacher, Vitantonio Liuzzi e Scott Speed. Com o chassi Red Bull RB1, semelhante ao Jaguar R5, a Red Bull Racing faria sua primeira temporada em 20052009: Primeira vitória e primeira dobradinha
Para 2009, a RBR contratou a revelação Sebastian Vettel, vencedor do GP da Itália de 2008, e almeja resultados melhores que os de 2008. No dia 09 de fevereiro de 2009 a equipe apresentou o seu novo modelo RB5 para a temporada 2009.
Conquistou sua primeira pole position, sua primeira vitória e primeira dobradinha da sua história na Fórmula 1, no GP da China, nos dias 18 e 19 de abril, respectivamente, com o piloto alemão Sebastian Vettel (pole-position e vencedor) e o piloto australiano Mark Alan Webber (segundo colocado). Essa situação se repetiu no GP da Inglaterra e, com nova dobradinha, a equipe conquistou sua segunda vitória. No GP da Alemanha, nova dobradinha, desta vez com Mark Webber vencendo e Sebastian Vettel em segundo. A equipe obteve ainda outras 3 vitórias em 2009. Nos GPs do Japão e dos Emirados Árabes com Sebastian Vettel e no GP do Brasil com Mark Webber. A equipe foi a vice-campeã dos construtores de 2009, perdendo somente para a equipe Brawn GP.
Motores
A equipe da Red Bull iniciou a sua participação no Campeonato de Fórmula 1 com motores V10 da Cosworth. Em 2006 utilizou os motores V8 da Ferrari. A partir da temporada 2007 passou a utilizar os motores V8 da Renault.
O mais jovem campeão de formula 1
Assista aqui:
Red Bull
Em 2009, Vettel passa a correr na Red Bull, substituindo David Coulthard, que se aposentou ao fim de 2008.
Em 19 de abril de 2009, no Grande Prêmio da China, conquistou a segunda vitória na categoria e a primeira da equipe Red Bull.[1][5]
Em 1 de novembro, Vettel terminou na segunda colocação no Mundial - sendo o mais novo piloto a conseguir tal feito - logo após sua vitória na estreia do GP de Abu Dhabi, ficando atrás apenas do britânico Jenson Button no campeonato.[6][7]
Em 19 de novembro de 2009, Vettel foi eleito o melhor piloto do ano pela revista inglesa "Autosport", em uma votação feita com os chefes de equipe da categoria.[8][9]
O piloto alemão começou a temporada de 2010 marcando a pole position nas duas primeiras etapas, no entanto, por problemas no carro, acabou perdendo a liderança, inclusive sendo obrigado a abandonar na segunda corrida. A primeira vitória na temporada veio na terceira corrida, o Grande Prêmio da Malásia, quando superou o companheiro de equipe Mark Webber, que chegou em segundo. Em 14 de novembro, Vettel tornou-se o campeão da categoria, após vencer a ultima corrida da temporada, o GP de Abu Dhabi.[10] Vettel tornou-se o campeão mais novo da história, com 23 anos, 4 meses e 11 dias. Vettel também se tornou o 1º piloto da história da Fórmula 1 a ser campeão sem ter liderado o campeonato antes da última prova.
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2011/09/tabela-do-mundial-de-pilotos-2011-14.html
Classificação do Mundial de Pilotos após 14 de 19 corridas:
Posição Piloto País Equipe Pontos Vitórias
1 Sebastian Vettel ALE RBR-Renault 309
2 Jenson Button ING McLaren-Mercedes 185
3 Fernando Alonso ESP Ferrari 184
4 Mark Webber AUS RBR-Renault 182
5 Lewis Hamilton ING McLaren-Mercedes 168
6 Felipe Massa BRA Ferrari 84
7 Nico Rosberg ALE Mercedes 62
8 Michael Schumacher ALE Mercedes 52
9 Vitaly Petrov RUS Renault-Lotus 34
10 Nick Heidfeld ALE Renault-Lotus 34
11 Adrian Sutil ALE Force India-Mercedes 28
12 Kamui Kobayashi JAP Sauber-Ferrari 27
13 Paul di Resta ESC Force India-Mercedes 20
14 Jaime Alguersuari ESP STR-Ferrari 16
15 Sebastien Buemi SUI STR-Ferrari 13
16 Sergio Pérez MEX Sauber-Ferrari 9
17 Rubens Barrichello BRA Williams-Cosworth 4
18 Bruno Senna BRA Renault-Lotus 2
19 Pastor Maldonado VEN Williams-Cosworth 1
20 Pedro de la Rosa ESP Sauber-Ferrari 0 0
21 Jarno Trulli ITA Lotus-Renault 0 0
22 Heikki Kovalainen FIN Lotus-Renault 0 0
23 Vitantonio Liuzzi ITA Hispania-Cosworth 0 0
24 Jerome D'Ambrosio BEL MVR-Cosworth 0 0
25 Timo Glock ALE MVR-Cosworth 0 0
26 Narain Karthikeyan IND Hispania-Cosworth 0 0
27 Daniel Ricciardo AUS Hispania-Cosworth 0 0
28 Karun Chandhok IND Lotus-Renault
A Red Bull Racing, também conhecida por RBR, é uma equipe de automobilismo que compete no campeonato da Fórmula 1. É de propriedade da indústria de bebidas austríaca Red Bull, que comprou no final de 2004 a escuderia JaguarEm 2004, após cinco temporadas frustradas com a equipe Jaguar Racing,a sucessora da antiga Stewart de Jackie Stewart, a Ford anuncia sua retirada da Fórmula 1 vendendo a Jaguar Racing para a Red Bull do magnata austríaco Dietrich Mateschitz. Além da F1, quando patrocinava a equipe Sauber, a Red Bull ainda patrocinava algumas equipes e pilotos na GP2 Series, tendo a equipe Red Bull Junior Team e incluindo os pilotos Enrique Bernoldi, Christian Klien, Patrick Friesacher, Vitantonio Liuzzi e Scott Speed. Com o chassi Red Bull RB1, semelhante ao Jaguar R5, a Red Bull Racing faria sua primeira temporada em 20052009: Primeira vitória e primeira dobradinha
Para 2009, a RBR contratou a revelação Sebastian Vettel, vencedor do GP da Itália de 2008, e almeja resultados melhores que os de 2008. No dia 09 de fevereiro de 2009 a equipe apresentou o seu novo modelo RB5 para a temporada 2009.
Conquistou sua primeira pole position, sua primeira vitória e primeira dobradinha da sua história na Fórmula 1, no GP da China, nos dias 18 e 19 de abril, respectivamente, com o piloto alemão Sebastian Vettel (pole-position e vencedor) e o piloto australiano Mark Alan Webber (segundo colocado). Essa situação se repetiu no GP da Inglaterra e, com nova dobradinha, a equipe conquistou sua segunda vitória. No GP da Alemanha, nova dobradinha, desta vez com Mark Webber vencendo e Sebastian Vettel em segundo. A equipe obteve ainda outras 3 vitórias em 2009. Nos GPs do Japão e dos Emirados Árabes com Sebastian Vettel e no GP do Brasil com Mark Webber. A equipe foi a vice-campeã dos construtores de 2009, perdendo somente para a equipe Brawn GP.
Motores
A equipe da Red Bull iniciou a sua participação no Campeonato de Fórmula 1 com motores V10 da Cosworth. Em 2006 utilizou os motores V8 da Ferrari. A partir da temporada 2007 passou a utilizar os motores V8 da Renault.
23 de setembro de 2011
como pensa um Rei o Rei Roberto Carlos...
O Rei saiu do trono na madrugada de hoje (17 de setembro de 2011). E, em entrevista ao programa do Jô Soares, mostrou que está mais vivo do que nunca. Católico fervoroso, ele disse que é, sim, a favor do casamento gay. "Não importa a vida pessoal, nem a vida sexual, o que importa é ter caráter. Acho que devemos não só apoiar, mas ajudar para que aconteça", declarou, provocando aplausos da plateia e comoção em seus súditos (e quem não é) que assistiam pela TV.
é importante "o rei" falar sobre esse assunto porque ele atinge um público mais conservador. Parabéns.
Que ser humano de superioridade espiritual ímpar, sem julgar, sem fazer qualquer tipo de condenação, deveria existir mais uns 20 homens como esse no mundo pois o tornaria um lugar melhor. Roberto você está onde está porque você merce, é um ser superior e limpo de coração, sem hipocrisia como alguns religiosos que são iguais a fariseus, se fazem limpos por fora, mas por dentro são todos podridão, hipócritas e medíocres. Parabéns Roberto, você é um ser que se pode chamar de HUMANO.
18 de setembro de 2011
namoro e relacionamentopara pessoas nas redes sociais, que usam a Internet
Artigos sobre namoro e relacionamento
Terminar um relacionamento não costuma ser exatamente uma experiência agradável. Ainda que o término tenha sido desejado, se desvincular de uma outra pessoa pode ser difícil, mobilizando diversas emoções, gerando sentimentos contraditórios etc. Quando a separação foi desejo do outro, então, o quadro costuma ser ainda mais complicado. Mágoa, tristeza, raiva e decepção estão entre os sentimentos que podem surgir com maior ou menor intensidade.
Mesmo assim, a vida deve seguir. Se a separação é um fato e não há nada que se possa fazer para revertê-la, cabe a cada um dar o máximo de si para superá-la. O que fazer para que isso aconteça? Imagino que todos aqueles que já passaram pela situação terão suas dicas: sair com amigos, fazer programas diferentes, conhecer pessoas, viajar, ir a festas e boates, chorar, conversar com amigos... Certamente não é fácil, mas há muitas estratégias conhecidas para lidar com a perda.
Se, em suas vidas off-line, as pessoas geralmente sabem como agir diante de um término de relacionamento, na vida online muitas delas parecem confusas e perdidas. Não sabem se devem ou não continuar sendo ‘amigos (as)’ das (os) ex nas redes sociais, usam a Internet para desferir ofensas contra o outro, “espionam” a vida do ex, se expõem além do necessário... A confusão de sentimentos que a pessoa experimenta parece se transpor, assim, para dentro da Internet, gerando situações inconvenientes e até mais sofrimento. Como agir? O que fazer e o que não fazer? Vamos a algumas dicas!
O que fazer com o status de relacionamento?
Se, nas redes sociais, seu status de relacionamento remete a seu (sua) ex, nada mais natural que modificá-lo. Como fora da Internet você deixará de se apresentar como o par de Fulano(a), é justo que nas redes sociais o mesmo aconteça. Se você quiser ser discreto(a), basta passar a omitir seu status de relacionamento. Isso porque quando uma pessoa muda, por exemplo, de “casado” para “solteiro”, toda a lista de contatos é instantaneamente avisada, e podem surgir comentários que você poderá preferir não ler. Quando você simplesmente omite o status de relacionamento, ninguém é avisado de nada, e aquela informação apenas desaparece de seu perfil.
Continuar ou não amigo (a) da (o) ex?
Para responder esta pergunta, é preciso que você responda uma outra: Para quê? Qual a função de você continuar vendo o perfil do (a) ex? Para quê você quer saber se ele (a) viajou, saiu, está na praia, foi para a balada etc? Isso vai te ajudar de que maneira a superar a separação?
Continuar amigo (a) do (a) ex nas redes sociais muitas vezes tem a única função de “espionar” a vida dele (a), saber com quem ele (a) anda, o que está fazendo, se já superou ou não a separação. Fazer isso mostra apenas que você ainda está bastante vinculado (a) à outra pessoa, porém fazer movimentos no sentido oposto (da desvinculação) é algo bastante saudável.
Note-se que, quando me refiro a deixar de ser amigo (a) do (a) ex nas redes sociais, não considero que isto precise ser algo definitivo, para sempre. Pode ser apenas uma necessidade temporária, para que a separação de fato ocorra. Assim como um casal de ex podem ser grandes amigos na vida off-line, também podem ser amigos nas redes sociais. Apenas em um primeiro momento a distância pode ser necessária.
Não perca a compostura
Uma pessoa com raiva é capaz de coisas incríveis e seu potencial de agir de maneira impulsiva é ainda maior na Internet. Se, fora dela, uma pessoa poderia preferir não ir à casa do (a) ex lhe dizer desaforos, a Internet é um território frequentemente percebido como livre para este tipo de manifestação. Xingamentos em redes sociais, “barracos” diante de centenas de espectadores, atitudes visando apenas atingir o outro... Estas e muitas outras coisas acabam acontecendo. O curioso, no entanto, é que nada disso resolve o problema ou ajuda a superar a perda. Por esta razão, tenha cuidado para não perder a compostura. Seja o mais discreto (a) possível, evite se expor desnecessariamente. Lembre-se que nas redes sociais você não está apenas entre amigos íntimos. Geralmente na lista de ‘amigos’ estão os próprios amigos, muitos conhecidos, aquela prima distante, o vizinho do oitavo andar, o professor bacana da sétima série, os colegas de trabalho... Você precisa mesmo expor suas mazelas diante de todo esse público?
Descarregue no lugar adequado
Se as redes sociais podem não ser o melhor meio de descarregar suas mágoas, tristezas e raivas, certamente há situações mais adequadas para isso. Pela Internet, por telefone ou pessoalmente, o melhor ainda é “usar e abusar” dos amigos mais íntimos. Diante deles, você pode xingar, chorar, espernear e falar horrores sobre o(a) ex, pois saberá que eles não apenas poderão te ajudar, como também evitarão te expor.
Se as separações podem ser muito desagradáveis, faça o possível para não torná-las ainda pior. Discrição e civilidade podem ser grandes aliadas na superação da perda!
Dra. Mariana Santiago de Matos
Psicóloga
Currículo
Dra. Mariana Santiago de Matos é:
Psicóloga e psicoterapeuta. Doutoranda em Psicologia Clínica pela PUC-Rio. Mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Rio (2004) com dissertação sobre relacionamentos amorosos na adolescência
Terminar um relacionamento não costuma ser exatamente uma experiência agradável. Ainda que o término tenha sido desejado, se desvincular de uma outra pessoa pode ser difícil, mobilizando diversas emoções, gerando sentimentos contraditórios etc. Quando a separação foi desejo do outro, então, o quadro costuma ser ainda mais complicado. Mágoa, tristeza, raiva e decepção estão entre os sentimentos que podem surgir com maior ou menor intensidade.
Mesmo assim, a vida deve seguir. Se a separação é um fato e não há nada que se possa fazer para revertê-la, cabe a cada um dar o máximo de si para superá-la. O que fazer para que isso aconteça? Imagino que todos aqueles que já passaram pela situação terão suas dicas: sair com amigos, fazer programas diferentes, conhecer pessoas, viajar, ir a festas e boates, chorar, conversar com amigos... Certamente não é fácil, mas há muitas estratégias conhecidas para lidar com a perda.
Se, em suas vidas off-line, as pessoas geralmente sabem como agir diante de um término de relacionamento, na vida online muitas delas parecem confusas e perdidas. Não sabem se devem ou não continuar sendo ‘amigos (as)’ das (os) ex nas redes sociais, usam a Internet para desferir ofensas contra o outro, “espionam” a vida do ex, se expõem além do necessário... A confusão de sentimentos que a pessoa experimenta parece se transpor, assim, para dentro da Internet, gerando situações inconvenientes e até mais sofrimento. Como agir? O que fazer e o que não fazer? Vamos a algumas dicas!
O que fazer com o status de relacionamento?
Se, nas redes sociais, seu status de relacionamento remete a seu (sua) ex, nada mais natural que modificá-lo. Como fora da Internet você deixará de se apresentar como o par de Fulano(a), é justo que nas redes sociais o mesmo aconteça. Se você quiser ser discreto(a), basta passar a omitir seu status de relacionamento. Isso porque quando uma pessoa muda, por exemplo, de “casado” para “solteiro”, toda a lista de contatos é instantaneamente avisada, e podem surgir comentários que você poderá preferir não ler. Quando você simplesmente omite o status de relacionamento, ninguém é avisado de nada, e aquela informação apenas desaparece de seu perfil.
Continuar ou não amigo (a) da (o) ex?
Para responder esta pergunta, é preciso que você responda uma outra: Para quê? Qual a função de você continuar vendo o perfil do (a) ex? Para quê você quer saber se ele (a) viajou, saiu, está na praia, foi para a balada etc? Isso vai te ajudar de que maneira a superar a separação?
Continuar amigo (a) do (a) ex nas redes sociais muitas vezes tem a única função de “espionar” a vida dele (a), saber com quem ele (a) anda, o que está fazendo, se já superou ou não a separação. Fazer isso mostra apenas que você ainda está bastante vinculado (a) à outra pessoa, porém fazer movimentos no sentido oposto (da desvinculação) é algo bastante saudável.
Note-se que, quando me refiro a deixar de ser amigo (a) do (a) ex nas redes sociais, não considero que isto precise ser algo definitivo, para sempre. Pode ser apenas uma necessidade temporária, para que a separação de fato ocorra. Assim como um casal de ex podem ser grandes amigos na vida off-line, também podem ser amigos nas redes sociais. Apenas em um primeiro momento a distância pode ser necessária.
Não perca a compostura
Uma pessoa com raiva é capaz de coisas incríveis e seu potencial de agir de maneira impulsiva é ainda maior na Internet. Se, fora dela, uma pessoa poderia preferir não ir à casa do (a) ex lhe dizer desaforos, a Internet é um território frequentemente percebido como livre para este tipo de manifestação. Xingamentos em redes sociais, “barracos” diante de centenas de espectadores, atitudes visando apenas atingir o outro... Estas e muitas outras coisas acabam acontecendo. O curioso, no entanto, é que nada disso resolve o problema ou ajuda a superar a perda. Por esta razão, tenha cuidado para não perder a compostura. Seja o mais discreto (a) possível, evite se expor desnecessariamente. Lembre-se que nas redes sociais você não está apenas entre amigos íntimos. Geralmente na lista de ‘amigos’ estão os próprios amigos, muitos conhecidos, aquela prima distante, o vizinho do oitavo andar, o professor bacana da sétima série, os colegas de trabalho... Você precisa mesmo expor suas mazelas diante de todo esse público?
Descarregue no lugar adequado
Se as redes sociais podem não ser o melhor meio de descarregar suas mágoas, tristezas e raivas, certamente há situações mais adequadas para isso. Pela Internet, por telefone ou pessoalmente, o melhor ainda é “usar e abusar” dos amigos mais íntimos. Diante deles, você pode xingar, chorar, espernear e falar horrores sobre o(a) ex, pois saberá que eles não apenas poderão te ajudar, como também evitarão te expor.
Se as separações podem ser muito desagradáveis, faça o possível para não torná-las ainda pior. Discrição e civilidade podem ser grandes aliadas na superação da perda!
Dra. Mariana Santiago de Matos
Psicóloga
Currículo
Dra. Mariana Santiago de Matos é:
Psicóloga e psicoterapeuta. Doutoranda em Psicologia Clínica pela PUC-Rio. Mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Rio (2004) com dissertação sobre relacionamentos amorosos na adolescência
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