14 de setembro de 2010

A corda bamba dos seus sonhos!!! O preço dos nossos sonhos!!!

Um sonho dança em cima de uma fina corda atravessando um abismo de medo se pergunta por quê? O que faz se arriscar a cair e encarar seus medos mais escuros? O que leva ele adiante?
A fina corda da alegria pode se romper no piscar de olhos, está preso em uma ponta chamada esperança e em outro desejo.
Ventos de desanimo, gritos de desista chegam aos seus ouvidos, seus olhos desejam fechar, se deixar cair, desistir, por que lutar? mas continua pedalando seu monociclo chamado um dia melhor.
Não pode saber o que terá na próxima pedalada mas tenta, pois não consegue desistir, nem que deseje ... o amor queima seus músculos dando força, e assim ele vai dia a dia, momento a momento, pelo abismo dos seus medos. Arcanjo®.
O preço de um sonho, você está disposto a pagar?

Se você quiser ser músico de verdade, o preço é a dedicação ao estudo das notas, da sonoridade, da composição, da busca da perfeição.
Se o seu sonho é pintar, o preço é conhecer as cores, os pincéis, as técnicas de luz e perspectiva, é arriscar, fazer e refazer.
Se o seu sonho é ser comerciante, o preço é a dedicação quase que integral ao negócio, são finais de semana atrás do balcão, horas sobre as contas, dias e dias convencendo clientes.
Se o seu sonho é formar-se na faculdade, o preço é o estudo, as horas de sono, mensalidades, livros, trabalhos em equipe, locomoção e muita perseverança para não apenas formar-se, mas tornar-se um profissional de fato.
Se o seu sonho é o casamento, o preço é a divisão das horas, é ceder espaço na sua vida, aceitar comportamentos nem sempre tão agradáveis, ter regras para o que antes não havia, ceder, ceder e compreender.
Se o seu sonho é a maternidade ou paternidade, o preço é a renúncia de algumas horas, de alguns prazeres, de dedicação quase que integral ao novo ser que será confiado a sua guarda.
Se o seu sonho é ser feliz, o preço é a dedicação ao seu bem estar, no acreditar na sua infinita capacidade de construir, de recomeçar sempre que um problema lhe derrubar. Ser feliz é um exercício diário de otimismo, que cobra um preço razoável de cada um, não aceita pechinchas e nem oferece descontos, é preciso saber viver com intensidade para ser feliz.
Qual é o seu sonho? Qual é o preço que você está disposto à pagar?
Qual é o esforço que você tem feito para sair do sonho e caminhar em direção á realização? Você está disposto realmente a pagar o preço pedido? É capaz de dedicar-se, renunciar e até sacrificar-se em nome do sonho?
Qual é o seu sonho?
Seja qual for, ele pode cobrar bem menos do que você imagina, se você realmente tiver prazer em realizá-lo, se for realmente o seu desejo, e não apenas um capricho. Os sonhos que nascem da alma sonhadora, tem em si o desejo de vida melhor e levam pelo ar, esperança e alegria, paz e certeza de dias melhores.
Autor: Desconhecido

11 de setembro de 2010

Palhaços da vida

§ ESCOLHA VOCÊ O TEMA DE SUA VIDA §
AMADO PÚBLICO.. SENHORAS E SENHORES..EIS QUE LHE APRENSENTO...
O MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA...
A MINHA. A SUA... A NOSSA VIDA

UMA VEZ OUVIR DIZER QUE OS PALHAÇOS NA SUA MAIORIA SÃO TRISTES POR BAIXO DAS PINTURAS, SUA TRISTEZA SE PERDE NOS SORRISO DE OUTROS E ASSIM SE ALIMENTA UM POUCO DESSE SENTIMENTO CHAMADO FELICIDADE.
DANÇA E RI QUANDO O CORAÇÃO ESTA TRISTE, MAS ESSE É SEU PAPEL FAZER A ALEGRIA FLORESCER, NASCER MESMO QUE POR MINUTOS, OU COM BALDE DE PAPEL PICADO ATIRADO COMO AGUA EM ESPECTADORES INOCENTES.
ASSIM SOMOS NÓS, PALHAÇOS DE NOSSO PROPRIO PICADEIRO CHAMADO VIDA, VIVEMOS SORRINDO QUANDO QUEREMOS CHORAR E FINGIMOS SERMOS LIVRES QUANDO SENTIMENTOS NOS PRENDEM.
SOMOS LAGRIMAS DE POESIAS NÃO TERMINADAS. NADA MAIS
BY ARCANJO®

"De tanto ver triunfar as Nulidades, de tanto ver prosperar uma desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega uma desanimar da virtude, a rir-se da honra, de ter vergonha de ser honesto. ``Cleide Canton``

5 de setembro de 2010

Itaquera espera, em 3 anos, crescer duas décadas


O bairro que São Paulo vai mostrar ao mundo em 2014 tem cara de periferia e espaço de sobra para crescer. Em Itaquera, duas dezenas de conjuntos habitacionais, um comércio de lojas bem simples e indústrias que soltam fumaça preta de suas chaminés remetem a uma zona leste dos anos 1990. Tudo bem diferente da reurbanização que atraiu até a classe média alta para o eixo Tatuapé-Vila Prudente.
Mas, para inveja dos vizinhos emergentes, quem vai aparecer para o mundo daqui a quatro anos é Itaquera. É lá que será erguido o estádio que deve receber a abertura da Copa de 2014. Nos próximos três anos, empresários, pequenos comerciantes e associações de moradores esperam presenciar o que não viram acontecer na região em duas décadas. E a mobilização para garantir a 'chance histórica' de melhorias já começou.
Com 525 mil habitantes, uma população maior que a de Santos - que tem 418 mil moradores -, Itaquera quer aproveitar a construção do estádio corintiano para alavancar obras planejadas nas últimas quatro gestões de prefeitos e governadores. 'Mas só o estádio não vai adiantar nada. Se o governo não fizer a requalificação do sistema viário para integrar de vez a nossa região ao centro e às rodovias, as empresas não vão chegar. E pior: o trânsito bom que ainda temos vai virar um inferno em dias de jogos', alerta Eduardo Pinheiro, de 56 anos, presidente da Associação de Moradores do bairro 15 de Novembro.
Nascido e criado em Itaquera, Pinheiro comanda com os dois filhos a loja de móveis aberta em 1964 pelo pai, José Pinheiro Borges, que deu nome ao trecho da Radial Leste entre Itaquera e Guaianases. 'Esse prolongamento foi uma luta de quase uma década', lembra o comerciante. 'Agora é a vez de lutar por um polo industrial que crie emprego no bairro', acrescenta.
Trabalho. Criar emprego perto de casa, para uma população acostumada a perder pelo menos duas horas por dia no transporte público, é um dos principais desafios. Na capital, segundo dados da Prefeitura, há em média 50 empregos para cada cem habitantes. Em Itaquera, a média cai para 16 vagas para cem habitantes. 'Não dá para transportar uma Santos duas vezes por dia dentro da cidade. Não há metrô ou sistema viário que suporte', afirma o empresário Silvio José Gonçalves, vice-presidente da Associação Cristã de Moços (ACM) de Itaquera.
Dono de uma imobiliária instalada no bairro há 34 anos, Gonçalves lamenta só poder vender apartamentos de conjuntos habitacionais no bairro. O zoneamento de Itaquera, em vigor desde 2004, impede empreendimentos com mais de 25 metros de altura ou oito andares.
'Se construísse hoje imóveis de 100 metros quadrados perto do Parque do Carmo, teria comprador de sobra. Aqui, quem melhora de vida acaba tendo de mudar para o Tatuapé', conta o empresário, que se diz otimista com a chegada do novo estádio ao bairro. 'Mas as empresas só vão chegar quando for concluído o prolongamento da Avenida Jacu-Pêssego até o Aeroporto de Guarulhos', adverte. O projeto, sob responsabilidade da prefeitura de Guarulhos, prevê uma extensão da via até a região industrial da cidade, passando pela Rodovia Presidente Dutra.
Urbanização. O boom imobiliário e de shoppings centers criou duas 'zonas lestes' desde o início da década, segundo urbanistas e moradores. Da Mooca até Artur Alvim, passando pelo Tatuapé, terrenos ociosos de antigas indústrias foram ocupados por condomínios verticais de classe média.
Nas margens da antiga linha da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), 16 favelas removidas desde 2003 deram lugar a novas avenidas cheias de restaurantes, baladas e torres residenciais de 20 andares. Essa reurbanização, contudo, nunca chegou até Itaquera, classificada pelos corretores de imóveis como 'zona leste 2'. 'Com a Copa, é preciso acabar com a divisão entre a 'zona leste pobre' e a 'zona leste rica'. Os avanços do Tatuapé precisam alcançar Guaianases', afirma o comerciante Roberto Takenzo, de 71 anos.
O NOME DO BAIRRO
ITAQUERA
BAIRRO DA ZONA LESTE
Itaquera é referência, antes de tudo, ao Rio Itaquera, localizado naquela área. Depois, o nome passou a identificar todo um bairro. Itaquera vem do tupi e significa pedreira velha: ita (pedra); quera (velha). Pode significar, também, apenas pedreiras ou pedras porque o sufixo 'cuera' forma plural.