Viver é também estar preparado para situações difíceis."violência"
19 de janeiro de 2010
COPA DO MUNDO DE 2014 - Belém Pará Brasil
Video da candidatura de Belém para ser uma das Sub-Sedes da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Se Belém ganhar, será um sonho para todo o povo Paraense!
Dezessete estádios brasileiros foram pré-selecionados para a Copa de 2014. Dos 17, apenas 12 serão escolhidos para os jogos oficiais do Mundial.
Os integrantes do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 visitaram os 17 estádios e produziram um relatório de avaliação. As análises serão entregues ao comitê executivo da Fifa em Zurique, Suiça, para a indicação dos 12 projetos escolhidos.
Dezoito cidades brasileiras se candidataram para receber as partidas da Copa. Com a desistência de Maceió, restaram 17 concorrentes. Cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Belo Horizonte já estão garantidas no Mundial.
As candidatas apresentam um projeto ao comitê organizador que inclui todas as obras consideradas essenciais para sediarem os jogos da Copa - entre elas a do estádio. Boa parte das arenas apresentadas para a Fifa precisam apenas de reformas. Outras, no entanto, deverão ser construídas. As candidatas aguardam a definição da entidade para darem início às obras.
http://www.copa2014.org.br/noticias/110/ESTADIOS+BRASILEIROS+PARA+A+COPA.html
17 de janeiro de 2010
NEM TUDO ESTÁ PERDIDO CURTA SUAS FERIAS NA PAZ DE DEUS...
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***************************************************http://www.surfguru.com.br/noticias/noticia.asp?id=2288
Nordestinos dominam Tag Team
Por Ader Oliveira em 20/10/09 16:16 GMT-03:00
http://www.surfcronic.com/?cat=19
Equipe nordestina fatura Tag Tea no Billabong Eco Festival 2009. Foto: Daniel Smorigo/ ASP South America.
Uma disputa emocionante marcou o Tag Team do Billabong Eco Festival na tarde desta terça-feira, na praia do Jardim de Alah, Salvador (BA).
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Nordestinos dominam Tag Team
Por Ader Oliveira em 20/10/09 16:16 GMT-03:00
http://www.surfcronic.com/?cat=19
Equipe nordestina fatura Tag Tea no Billabong Eco Festival 2009. Foto: Daniel Smorigo/ ASP South America.
Uma disputa emocionante marcou o Tag Team do Billabong Eco Festival na tarde desta terça-feira, na praia do Jardim de Alah, Salvador (BA).
16 de janeiro de 2010
Terremoto no Haiti: Como ajudar os afetados
http://index.opsblog.org/01/2010/terremoto-haiti-como-ajudar/
Com o pior terremoto dos últimos dois séculos, o Haiti está arruinado.
~**
Demora em ajuda frustra vítimas no HaitiComo as maiores necessidades no momento são de curativos, antibióticos e outros suprimentos médicos, uma maneira segura e eficiente de você ajudar é fazendo uma doação à ONG Médicos Sem Fronteiras. Eles estão com uma página de doações especial para o Haiti, onde você pode doar quantias específicas a partir de 35 dólares; se quiser doar menos, é só informar o valor na última linha. Com o dólar a R$1,76, 35 dólares são R$62,00. A doação é debitada em cartão de crédito.
A página de doações para o Haiti só está disponível em inglês, mas a MSF é uma organização internacional, inclusive com profissionais de vários países servindo há muito tempo no Haiti.
Compartilhe:
https://donate.doctorswithoutborders.org/SSLPage.aspx?pid=197&hbc=1&source=ADR1001E1D01
Caos
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Haiti: país que nunca conheceu a ordem
| 15/01/2010 | Enviar | Imprimir | Comentários: 34 |
Indicações: +5 , 23 votos Loading ...
Disputas políticas e revoltas populares permeiam a história do país mais pobre do Ocidente. A atual situação do Haiti foi construída a partir de sua história, que mostra a falta de governo e a desunião do povo.
Diogo Silva Batista, soldado do Exército Brasileiro, participou da missão de paz que o Brasil lidera no país e ficou chocado com a desigualdade social da população. “A gente pensa que a desigualdade social no Brasil é imensa. É grande, mas lá não existe sequer um pobre nestes bairros patrulhados no Haiti. São todos miseráveis. Ou miseráveis ou ricos. Não há uma classe intermediária. E não há convivência entre um extremo e outro.” E foi assim desde o início.
O Haiti foi descoberto por Cristóvam Colombo em 1492. A colonização espanhola escravizou os nativos na produção agrícola e cerâmica. Ainda neste período, o país sofreu muita influência da França, que assinou em 1697 um tratado com a Espanha, no qual obteve o controle do Haiti. A população nativa praticamente desapareceu por conta da força das doenças. Os franceses trouxeram escravos africanos para trabalharem na lavoura açucareira que crescia no país. Por volta de 1780, viviam na colônia cerca de 500 mil negros, 24 mil mestiços e 32 mil brancos. Neste período, o Haiti, comparando o seu território e sua rentabilidade com os das outras colônias das Américas, poderia ser considerado umas das colônias mais ricas no continente. Por isso, o país era chamado de a “pérola das Antilhas”.
O Haiti foi ainda o primeiro país latino americano a declarar independência. A população escrava, com uma imensa superioridade numérica, sob a liderança do escravo Mackandal, desencadeou em 1754 a revolta que resultaria em quatro anos de guerrilha. Mackandal utilizou os ritos de vodu para aterrorizar a classe branca. Desde este primeiro rebelde à Revolução Francesa, inúmeras revoltas aconteceram. Os negros receberam apoio e financiamento dos ingleses e espanhóis, inimigos da França. Toussaint l’Ouverture, um escravo negro que aprendera a ler e adquirira certa cultura intelectual liderou a revolução. Em 1794, a França declarou a abolição da escravidão nas colônias, conseguindo que Toussaint passasse a apoiar as autoridades francesas.
Toussaint ganhou prestígio entre os negros e os brancos. Em 1801, após derrotar os ingleses e espanhóis, Toussaint preparou a independência do Haiti como um estado associado à França revolucionária. Mas Napoleão Bonaparte, que estava comandando o novo governo revolucionário francês, rejeitou a proposta e tentou recuperar a colônia rica. Toussaint foi levado para a França, onde morreu prisioneiro por traição. Um dos generais dele, o ex-escravo e analfabeto Jean-Jacques Dessalines, continuou a revolução e conseguiu expulsar as tropas francesas. A proclamação da independência do Haiti ocorreu em 1º de janeiro de 1804. Os espanhóis ainda dominavam a parte leste do país. A unificação só ocorreu em 1820.
Desde a unificação até 1843, o país esteve sob o governo do ditador Jean-Pierre Boyer. A partir daí, o caos começou a se instalar no país. Foram vinte e um governantes. Um deles, Faustin Soulouque, nomeou-se imperador, instaurou novamente as práticas de vodu e conquistou a República Dominicana. O país vizinho reagiu e levou à derrocada do governo de Soulouque. Em 1905, os Estados Unidos intervieram, a fim de cobrar a dívida externa e passaram a dominar as alfândegas. Dez anos depois, os EUA levaram suas tropas ao país e assumiram o governo.
Em 1934, os EUA retiraram suas tropas e, em 1941, abdicaram do controle alfandegário. Daí então inúmeras revoltas populares e golpes de Estado aconteceram seguida por três ditaduras. A história recente do Haiti repete o caos do passado. De 1950 a 1957, o país foi governado por Raoul Magloire, que deu direito aos cidadãos de votar, mas decidiu permanecer no poder, com a ajuda militar. Até que o novo ditador chegasse ao poder, foram sete governantes.
Com a ditadura de François Duvalier, o Haiti sofreu seu pior período. Ele era médico e sanitarista, reconhecido e prestigiado mundialmente, por conta de seu envolvimento com o movimento negro. Seu trabalho de combate à malária nas áreas rurais o tornou conhecido como Papa Doc (papai médico). Mas a repressão militar que trouxe ao país apagou a sua boa fama. Após sua morte, em 1971, seu filho Jean Claude Duvalier, o Baby Doc, assumiu o poder aos 19 anos e deu continuidade ao regime de terror imposto pelo pai. Jean Claude foi deposto em 1986 por um golpe militar.
A redemocratização só ocorreu em 1990, quando a população elegeu o padre Jean Bertrand Aristide para presidente. Mas outro golpe militar instaurou nova ditadura. Aristide só retornou ao poder, com auxílio dos Estados Unidos, em 1994. Mas a miséria já estava instalada no país. O padre permaneceu no poder até janeiro de 2004, quando a ala rebelde fez inúmeros mortos na capital do país, Porto Príncipe. A ONU interveio em fevereiro e o presidente fugiu para a África do Sul. A missão de paz da organização conta com inúmeros países. A chegada dos soldados brasileiros ao país coincidiu com o início da estabilização, como conta Diogo Batista, que esteve no país entre novembro de 2007 a junho de 2008:
“Quando o meu contingente chegou, a situação no país já havia melhorado muito. Alguns soldados remanescentes contavam sobre as dificuldades de levar ajuda. Os aviões com os suprimentos nem conseguiam pousar. Eram interceptados, sequestrados pelas gangues que saqueavam e tentavam vender muitos produtos trazidos pela ajuda. Na minha época, isso já não acontecia com muita frequência. Os bairros onde eu fazia patrulha ainda tinham muitas gangues, mas elas não estavam tão organizadas quanto antes e era fácil prendê-los”.
Quando o Haiti começou a conhecer um pouco de ordem, um terremoto devastador levou o país a um novo caos. As autoridades internacionais presentes no país temem novas revoltas da população que está, em grande parte, desabrigada, sem água, luz e alimentação.
Escrito por: Emanuelle Bezerra
http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/america-latina/haiti-pais-que-nunca-conheceu-a-ordem/?ga=dtf
Com o pior terremoto dos últimos dois séculos, o Haiti está arruinado.
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Demora em ajuda frustra vítimas no HaitiComo as maiores necessidades no momento são de curativos, antibióticos e outros suprimentos médicos, uma maneira segura e eficiente de você ajudar é fazendo uma doação à ONG Médicos Sem Fronteiras. Eles estão com uma página de doações especial para o Haiti, onde você pode doar quantias específicas a partir de 35 dólares; se quiser doar menos, é só informar o valor na última linha. Com o dólar a R$1,76, 35 dólares são R$62,00. A doação é debitada em cartão de crédito.
A página de doações para o Haiti só está disponível em inglês, mas a MSF é uma organização internacional, inclusive com profissionais de vários países servindo há muito tempo no Haiti.
Compartilhe:
https://donate.doctorswithoutborders.org/SSLPage.aspx?pid=197&hbc=1&source=ADR1001E1D01
Caos
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Haiti: país que nunca conheceu a ordem
| 15/01/2010 | Enviar | Imprimir | Comentários: 34 |
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Disputas políticas e revoltas populares permeiam a história do país mais pobre do Ocidente. A atual situação do Haiti foi construída a partir de sua história, que mostra a falta de governo e a desunião do povo.
Diogo Silva Batista, soldado do Exército Brasileiro, participou da missão de paz que o Brasil lidera no país e ficou chocado com a desigualdade social da população. “A gente pensa que a desigualdade social no Brasil é imensa. É grande, mas lá não existe sequer um pobre nestes bairros patrulhados no Haiti. São todos miseráveis. Ou miseráveis ou ricos. Não há uma classe intermediária. E não há convivência entre um extremo e outro.” E foi assim desde o início.
O Haiti foi descoberto por Cristóvam Colombo em 1492. A colonização espanhola escravizou os nativos na produção agrícola e cerâmica. Ainda neste período, o país sofreu muita influência da França, que assinou em 1697 um tratado com a Espanha, no qual obteve o controle do Haiti. A população nativa praticamente desapareceu por conta da força das doenças. Os franceses trouxeram escravos africanos para trabalharem na lavoura açucareira que crescia no país. Por volta de 1780, viviam na colônia cerca de 500 mil negros, 24 mil mestiços e 32 mil brancos. Neste período, o Haiti, comparando o seu território e sua rentabilidade com os das outras colônias das Américas, poderia ser considerado umas das colônias mais ricas no continente. Por isso, o país era chamado de a “pérola das Antilhas”.
O Haiti foi ainda o primeiro país latino americano a declarar independência. A população escrava, com uma imensa superioridade numérica, sob a liderança do escravo Mackandal, desencadeou em 1754 a revolta que resultaria em quatro anos de guerrilha. Mackandal utilizou os ritos de vodu para aterrorizar a classe branca. Desde este primeiro rebelde à Revolução Francesa, inúmeras revoltas aconteceram. Os negros receberam apoio e financiamento dos ingleses e espanhóis, inimigos da França. Toussaint l’Ouverture, um escravo negro que aprendera a ler e adquirira certa cultura intelectual liderou a revolução. Em 1794, a França declarou a abolição da escravidão nas colônias, conseguindo que Toussaint passasse a apoiar as autoridades francesas.
Toussaint ganhou prestígio entre os negros e os brancos. Em 1801, após derrotar os ingleses e espanhóis, Toussaint preparou a independência do Haiti como um estado associado à França revolucionária. Mas Napoleão Bonaparte, que estava comandando o novo governo revolucionário francês, rejeitou a proposta e tentou recuperar a colônia rica. Toussaint foi levado para a França, onde morreu prisioneiro por traição. Um dos generais dele, o ex-escravo e analfabeto Jean-Jacques Dessalines, continuou a revolução e conseguiu expulsar as tropas francesas. A proclamação da independência do Haiti ocorreu em 1º de janeiro de 1804. Os espanhóis ainda dominavam a parte leste do país. A unificação só ocorreu em 1820.
Desde a unificação até 1843, o país esteve sob o governo do ditador Jean-Pierre Boyer. A partir daí, o caos começou a se instalar no país. Foram vinte e um governantes. Um deles, Faustin Soulouque, nomeou-se imperador, instaurou novamente as práticas de vodu e conquistou a República Dominicana. O país vizinho reagiu e levou à derrocada do governo de Soulouque. Em 1905, os Estados Unidos intervieram, a fim de cobrar a dívida externa e passaram a dominar as alfândegas. Dez anos depois, os EUA levaram suas tropas ao país e assumiram o governo.
Em 1934, os EUA retiraram suas tropas e, em 1941, abdicaram do controle alfandegário. Daí então inúmeras revoltas populares e golpes de Estado aconteceram seguida por três ditaduras. A história recente do Haiti repete o caos do passado. De 1950 a 1957, o país foi governado por Raoul Magloire, que deu direito aos cidadãos de votar, mas decidiu permanecer no poder, com a ajuda militar. Até que o novo ditador chegasse ao poder, foram sete governantes.
Com a ditadura de François Duvalier, o Haiti sofreu seu pior período. Ele era médico e sanitarista, reconhecido e prestigiado mundialmente, por conta de seu envolvimento com o movimento negro. Seu trabalho de combate à malária nas áreas rurais o tornou conhecido como Papa Doc (papai médico). Mas a repressão militar que trouxe ao país apagou a sua boa fama. Após sua morte, em 1971, seu filho Jean Claude Duvalier, o Baby Doc, assumiu o poder aos 19 anos e deu continuidade ao regime de terror imposto pelo pai. Jean Claude foi deposto em 1986 por um golpe militar.
A redemocratização só ocorreu em 1990, quando a população elegeu o padre Jean Bertrand Aristide para presidente. Mas outro golpe militar instaurou nova ditadura. Aristide só retornou ao poder, com auxílio dos Estados Unidos, em 1994. Mas a miséria já estava instalada no país. O padre permaneceu no poder até janeiro de 2004, quando a ala rebelde fez inúmeros mortos na capital do país, Porto Príncipe. A ONU interveio em fevereiro e o presidente fugiu para a África do Sul. A missão de paz da organização conta com inúmeros países. A chegada dos soldados brasileiros ao país coincidiu com o início da estabilização, como conta Diogo Batista, que esteve no país entre novembro de 2007 a junho de 2008:
“Quando o meu contingente chegou, a situação no país já havia melhorado muito. Alguns soldados remanescentes contavam sobre as dificuldades de levar ajuda. Os aviões com os suprimentos nem conseguiam pousar. Eram interceptados, sequestrados pelas gangues que saqueavam e tentavam vender muitos produtos trazidos pela ajuda. Na minha época, isso já não acontecia com muita frequência. Os bairros onde eu fazia patrulha ainda tinham muitas gangues, mas elas não estavam tão organizadas quanto antes e era fácil prendê-los”.
Quando o Haiti começou a conhecer um pouco de ordem, um terremoto devastador levou o país a um novo caos. As autoridades internacionais presentes no país temem novas revoltas da população que está, em grande parte, desabrigada, sem água, luz e alimentação.
Escrito por: Emanuelle Bezerra
http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/america-latina/haiti-pais-que-nunca-conheceu-a-ordem/?ga=dtf
14 de janeiro de 2010
``VIOLÊNCIA `` DO TERREMOTO NO HAITI; OH SENHOR AJUDAI-NOS AQUI NA TERRA...
Terremoto no Haiti
**************************************************************************************"Cruel e incompreensível"
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Em tragédias das dimensões que está alcançando a do Haiti, parece dispensável um comentário. Talvez valha apenas repetir o que disse o presidente Barack Obama: "Para um país e um povo a que não são estranhas as dificuldades e o sofrimento, esta tragédia parece especialmente cruel e incompreensível".
Talvez valha igualmente repetir o que disse o eterno cardeal-arcebispo de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns, sobre a morte de sua irmã, Zilda, criadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança. Zilda "morreu de uma maneira muito bonita, na causa em que sempre acreditou".
Mais que isso, talvez valha também constatar como é lenta a ação da comunidade internacional na ajuda aos países mais pobres do mundo, como o Haiti.
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/01/13/coronel-de-brasilia-um-dos-mortos-no-terremoto-do-haiti-915522808.asp
Coronel de Brasília é um dos mortos no terremoto do Haiti
Plantão | Publicada em 13/01/2010 às 20h57m
BRASÍLIA - Um dos 11 militares brasileiros mortos no terremoto do Haiti morava na Asa Norte, em Brasília. O coronel Emílio Carlos Torres dos Santos trabalhava no gabinete do comandante do Exército. No apartamento dele, na 103 Norte, ninguém foi encontrado. A mulher e as duas filhas dele estão no Rio de Janeiro. A quarta-feira foi um dia de angústia e espera por notícias para muitas famílias do Distrito Federal.
De acordo com o Exército Brasileiro,1.266 soldados participam de uma missão de paz da ONU no Haiti. Vários desses militares são do Distrito Federal. Até agora muitas famílias não têm notícias dos parentes. Para essas pessoas as últimas horas têm sido de apreensão, mas também de esperança.
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