17 de janeiro de 2010

NEM TUDO ESTÁ PERDIDO CURTA SUAS FERIAS NA PAZ DE DEUS...

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Nordestinos dominam Tag Team
Por Ader Oliveira em 20/10/09 16:16 GMT-03:00

http://www.surfcronic.com/?cat=19
Equipe nordestina fatura Tag Tea no Billabong Eco Festival 2009. Foto: Daniel Smorigo/ ASP South America.
Uma disputa emocionante marcou o Tag Team do Billabong Eco Festival na tarde desta terça-feira, na praia do Jardim de Alah, Salvador (BA).

16 de janeiro de 2010

Terremoto no Haiti: Como ajudar os afetados

http://index.opsblog.org/01/2010/terremoto-haiti-como-ajudar/
Com o pior terremoto dos últimos dois séculos, o Haiti está arruinado.

~**Demora em ajuda frustra vítimas no Haiti
Demora em ajuda frustra vítimas no Haiti
Como as maiores necessidades no momento são de curativos, antibióticos e outros suprimentos médicos, uma maneira segura e eficiente de você ajudar é fazendo uma doação à ONG Médicos Sem Fronteiras. Eles estão com uma página de doações especial para o Haiti, onde você pode doar quantias específicas a partir de 35 dólares; se quiser doar menos, é só informar o valor na última linha. Com o dólar a R$1,76, 35 dólares são R$62,00. A doação é debitada em cartão de crédito.

A página de doações para o Haiti só está disponível em inglês, mas a MSF é uma organização internacional, inclusive com profissionais de vários países servindo há muito tempo no Haiti.

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https://donate.doctorswithoutborders.org/SSLPage.aspx?pid=197&hbc=1&source=ADR1001E1D01
Caos
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Haiti: país que nunca conheceu a ordem
| 15/01/2010 | Enviar | Imprimir | Comentários: 34 |
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Disputas políticas e revoltas populares permeiam a história do país mais pobre do Ocidente. A atual situação do Haiti foi construída a partir de sua história, que mostra a falta de governo e a desunião do povo.

Diogo Silva Batista, soldado do Exército Brasileiro, participou da missão de paz que o Brasil lidera no país e ficou chocado com a desigualdade social da população. “A gente pensa que a desigualdade social no Brasil é imensa. É grande, mas lá não existe sequer um pobre nestes bairros patrulhados no Haiti. São todos miseráveis. Ou miseráveis ou ricos. Não há uma classe intermediária. E não há convivência entre um extremo e outro.” E foi assim desde o início.

O Haiti foi descoberto por Cristóvam Colombo em 1492. A colonização espanhola escravizou os nativos na produção agrícola e cerâmica. Ainda neste período, o país sofreu muita influência da França, que assinou em 1697 um tratado com a Espanha, no qual obteve o controle do Haiti. A população nativa praticamente desapareceu por conta da força das doenças. Os franceses trouxeram escravos africanos para trabalharem na lavoura açucareira que crescia no país. Por volta de 1780, viviam na colônia cerca de 500 mil negros, 24 mil mestiços e 32 mil brancos. Neste período, o Haiti, comparando o seu território e sua rentabilidade com os das outras colônias das Américas, poderia ser considerado umas das colônias mais ricas no continente. Por isso, o país era chamado de a “pérola das Antilhas”.
O Haiti foi ainda o primeiro país latino americano a declarar independência. A população escrava, com uma imensa superioridade numérica, sob a liderança do escravo Mackandal, desencadeou em 1754 a revolta que resultaria em quatro anos de guerrilha. Mackandal utilizou os ritos de vodu para aterrorizar a classe branca. Desde este primeiro rebelde à Revolução Francesa, inúmeras revoltas aconteceram. Os negros receberam apoio e financiamento dos ingleses e espanhóis, inimigos da França. Toussaint l’Ouverture, um escravo negro que aprendera a ler e adquirira certa cultura intelectual liderou a revolução. Em 1794, a França declarou a abolição da escravidão nas colônias, conseguindo que Toussaint passasse a apoiar as autoridades francesas.

Toussaint ganhou prestígio entre os negros e os brancos. Em 1801, após derrotar os ingleses e espanhóis, Toussaint preparou a independência do Haiti como um estado associado à França revolucionária. Mas Napoleão Bonaparte, que estava comandando o novo governo revolucionário francês, rejeitou a proposta e tentou recuperar a colônia rica. Toussaint foi levado para a França, onde morreu prisioneiro por traição. Um dos generais dele, o ex-escravo e analfabeto Jean-Jacques Dessalines, continuou a revolução e conseguiu expulsar as tropas francesas. A proclamação da independência do Haiti ocorreu em 1º de janeiro de 1804. Os espanhóis ainda dominavam a parte leste do país. A unificação só ocorreu em 1820.

Desde a unificação até 1843, o país esteve sob o governo do ditador Jean-Pierre Boyer. A partir daí, o caos começou a se instalar no país. Foram vinte e um governantes. Um deles, Faustin Soulouque, nomeou-se imperador, instaurou novamente as práticas de vodu e conquistou a República Dominicana. O país vizinho reagiu e levou à derrocada do governo de Soulouque. Em 1905, os Estados Unidos intervieram, a fim de cobrar a dívida externa e passaram a dominar as alfândegas. Dez anos depois, os EUA levaram suas tropas ao país e assumiram o governo.

Em 1934, os EUA retiraram suas tropas e, em 1941, abdicaram do controle alfandegário. Daí então inúmeras revoltas populares e golpes de Estado aconteceram seguida por três ditaduras. A história recente do Haiti repete o caos do passado. De 1950 a 1957, o país foi governado por Raoul Magloire, que deu direito aos cidadãos de votar, mas decidiu permanecer no poder, com a ajuda militar. Até que o novo ditador chegasse ao poder, foram sete governantes.

Com a ditadura de François Duvalier, o Haiti sofreu seu pior período. Ele era médico e sanitarista, reconhecido e prestigiado mundialmente, por conta de seu envolvimento com o movimento negro. Seu trabalho de combate à malária nas áreas rurais o tornou conhecido como Papa Doc (papai médico). Mas a repressão militar que trouxe ao país apagou a sua boa fama. Após sua morte, em 1971, seu filho Jean Claude Duvalier, o Baby Doc, assumiu o poder aos 19 anos e deu continuidade ao regime de terror imposto pelo pai. Jean Claude foi deposto em 1986 por um golpe militar.

A redemocratização só ocorreu em 1990, quando a população elegeu o padre Jean Bertrand Aristide para presidente. Mas outro golpe militar instaurou nova ditadura. Aristide só retornou ao poder, com auxílio dos Estados Unidos, em 1994. Mas a miséria já estava instalada no país. O padre permaneceu no poder até janeiro de 2004, quando a ala rebelde fez inúmeros mortos na capital do país, Porto Príncipe. A ONU interveio em fevereiro e o presidente fugiu para a África do Sul. A missão de paz da organização conta com inúmeros países. A chegada dos soldados brasileiros ao país coincidiu com o início da estabilização, como conta Diogo Batista, que esteve no país entre novembro de 2007 a junho de 2008:

“Quando o meu contingente chegou, a situação no país já havia melhorado muito. Alguns soldados remanescentes contavam sobre as dificuldades de levar ajuda. Os aviões com os suprimentos nem conseguiam pousar. Eram interceptados, sequestrados pelas gangues que saqueavam e tentavam vender muitos produtos trazidos pela ajuda. Na minha época, isso já não acontecia com muita frequência. Os bairros onde eu fazia patrulha ainda tinham muitas gangues, mas elas não estavam tão organizadas quanto antes e era fácil prendê-los”.

Quando o Haiti começou a conhecer um pouco de ordem, um terremoto devastador levou o país a um novo caos. As autoridades internacionais presentes no país temem novas revoltas da população que está, em grande parte, desabrigada, sem água, luz e alimentação.

Escrito por: Emanuelle Bezerra
http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/america-latina/haiti-pais-que-nunca-conheceu-a-ordem/?ga=dtf

14 de janeiro de 2010

``VIOLÊNCIA `` DO TERREMOTO NO HAITI; OH SENHOR AJUDAI-NOS AQUI NA TERRA...

Terremoto no Haiti
Terremoto no Haiti

**************************************************************************************"Cruel e incompreensível"
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Em tragédias das dimensões que está alcançando a do Haiti, parece dispensável um comentário. Talvez valha apenas repetir o que disse o presidente Barack Obama: "Para um país e um povo a que não são estranhas as dificuldades e o sofrimento, esta tragédia parece especialmente cruel e incompreensível".

Talvez valha igualmente repetir o que disse o eterno cardeal-arcebispo de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns, sobre a morte de sua irmã, Zilda, criadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança. Zilda "morreu de uma maneira muito bonita, na causa em que sempre acreditou".

Mais que isso, talvez valha também constatar como é lenta a ação da comunidade internacional na ajuda aos países mais pobres do mundo, como o Haiti.

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/01/13/coronel-de-brasilia-um-dos-mortos-no-terremoto-do-haiti-915522808.asp
Coronel de Brasília é um dos mortos no terremoto do Haiti
Plantão | Publicada em 13/01/2010 às 20h57m
BRASÍLIA - Um dos 11 militares brasileiros mortos no terremoto do Haiti morava na Asa Norte, em Brasília. O coronel Emílio Carlos Torres dos Santos trabalhava no gabinete do comandante do Exército. No apartamento dele, na 103 Norte, ninguém foi encontrado. A mulher e as duas filhas dele estão no Rio de Janeiro. A quarta-feira foi um dia de angústia e espera por notícias para muitas famílias do Distrito Federal.
De acordo com o Exército Brasileiro,1.266 soldados participam de uma missão de paz da ONU no Haiti. Vários desses militares são do Distrito Federal. Até agora muitas famílias não têm notícias dos parentes. Para essas pessoas as últimas horas têm sido de apreensão, mas também de esperança.

12 de janeiro de 2010

a dor de perder um filho..Qual o Valor de Uma ALMA? Vale Mais Que o Mundo Inteiro!


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NUMCA DEIXE ESCAPAR A OPORTUNIDADE DE DAR ESPERANÇAS A QUEM PRECISE, DAR PALAVRAS DE PAZ A TODOS ANGUSTIADOS, QUEM TE PROCURAR AJUDE VOCÊ NÃO VAI SE ARREPENDER.. A Saudade que Fica Todas as pessoas que passam pelas nossas vidas deixam as suas marcas num ir e vir infinito. As que permanecem ... é porque simplesmente doaram seus corações para entrar em sintonia com a nossas almas. As que se vão ... nos deixam um grande aprendizado.... Não importa que tipo de atitude tiveram, mas com elas aprendemos muito.. Com as vaidosas e orgulhosas aprendemos que devemos ser humildes.... Com as carinhosas e atenciosas aprendemos a ter gratidão.... Com as duras de coração aprendemos a dar o perdão.... Com as pessoas que passam pelas nossas vidas aprendemos também a Amar e de várias formas.... com amizade com dedicação com carinho com atenção com atração com paixão ou com desejo ... Mas nunca ninguém nos ensinou e nunca aprenderemos como reagir diante da " SAUDADE" que algumas pessoas deixaram em nós! PRINCIPALMENTE A FALTA DE UM FILHO..




Associação de pais que perderam filhos
São 13 os jovens que morrem, em média, por dia em Portugal. Por doença, suicídio, atropelamento ou acidente. Os pais, que vêem invertida a suposta ordem natural da vida, mergulham numa "dor inimaginável". Tentam colmatá-la com medicamentos e com divórcios, chegando mesmo a atingir estados de demência. "A Nossa Âncora" é uma associação de pais que perderam filhos, mas que conseguiram sobreviver à dor. Hoje, ajudam, um pouco por todo o país, outros pais a sarar a ferida.

"Só se pode entender a dor de perder um filho quando já se perdeu um. Tal como só se pode compreender a angústia de um vício como a droga, ou o álcool, quando já se foi viciado." A afirmação é de Maria Emília Pires, fundadora e Presidente desta associação, cujo objectivo principal é "devolver os pais à vida".

"Queremos ajudar os pais a enfrentar o horror da morte de um filho. Já passámos por lá, sabemos o que é ficar ferido. Mas sabemos também que é possível continuar a viver com alguma felicidade, tal como desejariam os nossos filhos se estivessem cá," afirma a fundadora, que perdeu a filha de 18 anos num acidente de viação. "Durante uns tempos fui transportada para um planeta qualquer, onde viver não fazia sentido. Mas eu tinha mais dois filhos e tive que voltar a por os pés na terra. Quando o consegui, vi que todas aquelas pessoas que se tinham preocupado comigo, tinham ido às suas vidas e eu estava sozinha. Não se falava da Mónica em lado nenhum e eu precisava falar dela," confessa Emília ao jornal "Público".

Um sentimento que é partilhado por quase todos os pais que viveram a mesma circunstância. Sentem-se sós, recorrem aos psiquiatras, aos medicamentos. Pensam em morrer, desintegram a família e nunca mais voltam a ser os mesmos.

A "Âncora" foi recentemente considerada pelo Estado uma Instituição de Utilidade Pública e o seu leque de tarefas não pára de aumentar. Hoje, organizam também fóruns, onde se apela à prevenção dos acidentes, da sida, etc. Uma das grandes preocupações desta associação é sensibilizar os médicos, os polícias e os bombeiros para a maneira como devem dar a notícia da morte de um filho aos familiares, uma vez que recebem centenas de queixas todos os dias.

A Câmara Municipal de Sintra atribui, anualmente, a esta instituição um subsídio no valor de mil contos. Quatro instituições bancárias e o "Correio da Manhã" doaram, este ano, um montante de 500 contos. Na totalidade, este dinheiro foi usado na recuperação de uma casa velha, onde instalaram a sede.

No início do próximo ano, Emília Pires promete mesmo abrir delegações em Braga e no Porto. Futuramente, também Tomar, Caldas da Rainha, Peniche, Vila Real de Santo António, Faro, Setúbal e Almada irão conhecer esforços neste sentido.