5 de abril de 2011

.Mulher presencia execução feita por PMs e faz a denúncia em São Paulo

Terça-feira, 05/04/2011

Ela visitava o túmulo do pais num cemitério na Região Metropolitana quando viu o crime. Imediatamente a mulher ligou para a polícia. Um dos agentes se aproximou e mesmo assim ela não se intimidou. A mulher está sob proteção.

Perfil do príncipe Pedro de Orleans, passageiro do voo 447 perfil do príncipe Pedro de orleans, passageiro do voo 447, tetraneto de d.pedro ll e trineto da princesa Isabel quem assinou a abolição no Brasil.


)Um dos descendentes da família imperial brasileira e considerado por ela como o quarto na hipotética linha sucessória de um trono no Brasil, Pedro Luiz estava à procura de uma princesa. Aos 26 anos, ele queria se casar para manter uma tradição tão cara aos Orleans e Bragança: o sonho de restaurar a monarquia nos trópicos. Vivia em Luxemburgo e sabia que ali, no pequeno país europeu incrustado entre França, Bélgica e Alemanha, estava mais próximo dos castelos que frequentava, dos casamentos e aniversários, das festas, dos encontros de nobres. Os monarquistas estão de luto. Seu nome completo era digno da nobreza: Pedro Luiz Maria José Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleans e Bragança. Mas era tratado mesmo como dom Pedro Luiz. Nasceu em 1983, no Rio, filho do príncipe dom Antonio e da princesa belga Cristina de Ligne, que moram em Petrópolis. Tinha três irmãos, dom Rafael, dona Amélia e dona Maria Gabriela, que viviam no Rio. O príncipe que desapareceu nas águas do Oceano Atlântico tinha vindo ao País para visitar a família, informou nesta segunda-feira, 1.º, a Casa Imperial do Brasil.
Formado em administração de empresas e com pós-graduação em economia, dom Pedro Luiz estagiava numa instituição financeira de Luxemburgo. Como primogênito, sempre acompanhou o pai na luta por manter a herança monárquica entre os brasileiros. Foi assim em 1993, quando se empenharam, sem sucesso, pelo referendo que discutiu a restauração da monarquia - o Brasil se tornou República em 1889. Ainda criança, dom Pedro Luiz era visto ao lado do pai na campanha.
Pedro Luiz era tetraneto de dom Pedro 2.º e trineto da princesa Isabel, que assinou a abolição da escravatura no Brasil. Foi alçado à condição de quarto na linha de sucessão, porque a tradição isolou parte da Família Real, todos os herdeiros do filho mais velho da princesa Isabel, Dom Pedro de Alcântara. Este renunciou aos direitos para se casar com uma plebeia. Sempre que isso ocorre, perde-se o direito de representar oficialmente o nome da dinastia como a dos Orleans e Bragança. "Espanha e Portugal aboliram a exigência de que casamentos reais devem ocorrer entre príncipes e princesas de alguma dinastia, mas a família imperial brasileira, não", explica Alan Morgan, do Movimento Brasil Imperial.
Além disso, o jovem presente na lista das vítimas do acidente aéreo estava bem posicionado porque seus tios, dom Luiz e dom Bertrand, primeiro e segundo na linha de sucessão, são solteiros e não tiveram filhos. Antes ligados à organização religiosa Tradição, Família e Propriedade (TFP), eles chegaram a indicar, caso o referendo de 1993 fosse vitorioso, que dom Pedro Luiz seria o melhor candidato para assumir o comando da monarquia. Seu pai, dom Antonio, terceiro na sucessão, por um bom tempo exerceu a engenharia na área estrutural e hoje se ocupa das artes, como um aquarelista.
Desde 1999, dom Pedro Luiz era presidente de honra da Juventude Monárquica. Possui os títulos da Grã-Cruz das Ordens Imperiais de Dom Pedro 1.º e da Rosa. Na internet, o movimento Causa Imperial criou uma comunidade em seu nome, hoje com 460 membros. Nesta segunda, mensagens lamentavam a perda do príncipe brasileiro.

Pedro Luiz era tetraneto de dom Pedro 2º e trineto da princesa Isabel, que assinou a abolição da escravatura no Brasil.
01/06/2009 - BRASIL
Voo AF 447 pode representar o pior acidente aéreo do mundo desde 2003; veja cronologia



leia mais aqui:



fotos dos destroços aqui:

2 de abril de 2011

Ex-juiz foi preso por envolvimento em esquema de venda de sentenças.02/04/2011 12h42 - Rocha Mattos.


Rocha Mattos, preso na Operação Anaconda, passa ao regime aberto
Ex-juiz foi preso por envolvimento em esquema de venda de sentenças.
Ele estava preso desde 2003.O ex-juiz federal João Carlos da Rocha Mattos deixou na madrugada deste sábado (2) o Centro de Detenção Provisória (CDP) do Belém 1, na Zona Leste da capital paulista. Ele estava preso desde 2003 por envolvimento em um esquema de venda de sentenças da Justiça Federal de São Paulo. O ex-juiz, que já estava em regime semiaberto, vai cumprir o restante da pena de 12 anos e oito meses no regime aberto.

Ao longo dos últimos anos, ele mudou várias vezes de cadeia e com tempo passou para o regime semiaberto, com direito de passar o dia na rua e dormir na prisão. Nesse período, ele arrumou um emprego em um escritório de advocacia. Com a decisão judicial, ele não precisará mais voltar todos os dias à carceragem.

O CDP tomou conhecimento da decisão judicial no fim da tarde de sexta-feira (1). Porém, como a sua liberação aconteceu por volta da 1h30 deste sábado, um horário considerado incomum para procedimentos desse tipo, o juiz corregedor dos presídios, Ulysses de Oliveira Gonçalves Júnior, informou que vai investigar o caso.




Assista aqui:

24 de março de 2011

Polícia procura arma que pode explicar como agem os grupos de extermínio em SP




publicado em 20/03/2011 às 23h03: Armamento foi usado em diversos crimes. Veja como acontece a operação policial
Do R7, com Rede Record
Em uma das maiores operações da polícia paulista nos últimos anos, quarenta viaturas, um helicóptero e 180 homens da Policia Militar participaram durante cinco horas de buscas em um dos bairros mais violentos da periferia de Osasco, na Grande São Paulo.

A megaoperação tinha um único objetivo: localizar uma arma. Um fuzil conhecido como calibre ponto 223 - de uso restrito. A arma foi utilizada no assassinato de quatro PMs e dois policiais civis.

No fim da operação, 14 traficantes foram presos, e a polícia apreendeu drogas, dinheiro e seis armas de fogo, entre elas uma granada - até um colete à prova de balas foi encontrado. Os policiais só não encontram a arma que procuravam: o fuzil calibre ponto 223.

Mais que uma arma, o fuzil seria a prova definitiva da participação de ex-policiais militares em um grupo de extermínio que age na grande São Paulo.

O Domingo Espetacular teve acesso a um relatório confidencial da alta cúpula da Secretaria de Segurança Pública. O relatório mostra quem são e como agem os principais grupos de extermínio de São Paulo.

O documento tem quarenta páginas e revela que, nos últimos três anos, 150 pessoas foram mortas de forma suspeita pela Polícia Militar, sendo que 91 não tinham antecedentes criminais.

A motivação para as mortes é obscura. Cinquenta e oito pessoas foram mortas “sem motivo aparente” e dezenove entram na estatística como “limpeza” - ou vítimas de grupos de extermínio.

O relatório também inclui alguns vídeos. Um deles comprova a guerra interna na polícia. Mostra o momento em que três homens, usando duas motocicletas, se aproximam do prédio em que mora um policial civil que investigava um grupo de extermínio. Um homem desce da moto e se aproxima do portão, o outro estaciona na calçada. Um deles tenta intimidar o investigador que permanece dentro da guarita. O investigador ameaça tirar uma arma, e os três fogem em seguida.

De acordo com o relatório, os três homens são policiais militares, integrantes de um grupo chamado “A Firma”, que age em Santo André, na Grande São Paulo. O grupo ganhou o nome porque passou a agir como uma empresa. Os “funcionários”, todos ex-policiais militares, eram contratados para matar.

O preço de um assassinato variava entre R$ 30 mil e 50 mil reais.

As mortes de policiais civis e militares poderiam ser motivadas por desavenças no grupo ou porque os matadores ficaram incomodados com as investigações.

Na capital, a polícia ainda busca a principal prova contra os matadores de Santo André - o fuzil calibre ponto 223, considerado uma arma de guerra.


Assista aqui: