21 de fevereiro de 2011

ex-escrivã de polícia, acusada de extorsão, é obrigada a ficar nua em delegacia


ue ex-escrivã de polícia, acusada de extorsão, é obrigada a ficar nua em delegacia
Uma policial acusada de extorsão foi obrigada a ficar nua durante uma revista feita pela equipe da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo. A acusada resistiu em tirar a roupa na frente dos policiais homens e o delegado que conduzia a investigação disse que chamaria policiais femininas, mas que teria que acompanhar a revista. A acusada se negou acabou sendo revistada à força por policias, que arrancaram a calcinha dela e descobriram R$ 200 na peça.
O caso foi levado à Justiça e ao Ministério Público, que consideraram que não houve abuso de poder pelos policiais e arquivaram o inquérito. As imagens foram gravadas pela Corregedoria da Polícia de São Paulo e distribuídas sem autorização legal. O fato ocorreu em 2009, mas as imagens foram divulgadas na internet nesta semana.
Nas imagens, é possível ver a mulher sentada enquanto ouve sucessivos pedidos para que tire a roupa por causa da suspeita de que ela tenha escondido o dinheiro recebido como propina para livrar um homem de investigação. Neste domingo (20), Fabio Guedes Garcia da Silveira, um dos advogados da ex-policial, disse que ela não descarta processar o estado por causa da divulgação das imagens.
Leia a matéria completa no: Portal RPSCOM
Postado por Ricardo Pereira

Dignidade humana é cláusula pétrea. Já começa aí. Nem filmar poderia, o direito à personalidade é inalienável. Ela pode ser culpada e tudo mais, a justiça dirá com base no inquérito, mas o sujeito que insiste em presenciar a revista está errado. Isso é aviltante. Que corregedoria é essa? Ele ainda coage a vítima com abuso de autoridade. Desobediência, como esse sujeito coloca, é subjetivo e abstrato. Péssimo policial. Um absurdo, ainda insiste e o pior, filmando. De ré ela passou a vítima.
Será que se fosse a mãe desse vagabundo de policial, ele deixaria isso tudo acontecer?! Será que ele não agiria diferente, já que é representante da Lei, e não importa quem seja, pois o dever é cumprir a Lei?! Se estava filmandonão tinha necessidade de tudo isso, pois, era só aguardar a policial feminina ou conduzí-la mediante filmagem. Tem gente que faz pior do que essa mulher fez, e é mais tratado com dignidade do que foi essa mulher, seja porque é político, artista!


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O secretário de Segurança Pública determinou, nesta segunda-feira (21), a saída de dois delegados envolvidos em uma operação da Corregedoria da Polícia Civil, em 15 de janeiro de 2009, em que uma ex-escrivã acusada de extorsão foi obrigada a ficar nua em uma revista feita por homens. Os delegados Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves foram afastados.
De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o secretário determinou ainda um processo administrativo disciplinar para apurar a responsabilidade de cada um deles, bem como do delegado de polícia Emílio Antônio Pascoal à época, titular da Divisão de Operações Policiais da Corregedoria da Polícia Civil.
Em nota, o secretário manifestou "perplexidade" com o requerimento de arquivamento do inquérito policial instaurado por abuso de autoridade, pela representante do Ministério Público.
O caso

A ex-escrivã da polícia resistiu em tirar a roupa na frente de policiais homens e o delegado que conduzia a investigação disse que chamaria agentes femininas, mas que teria que acompanhar a revista. A acusada negou-se e acabou sendo revistada à força por policiais, que arrancaram a calcinha dela e descobriram R$ 200 na peça.
O caso foi levado à Justiça e ao Ministério Público, que consideraram que não houve abuso de poder pelos policiais e arquivaram o inquérito. As imagens foram gravadas pela Corregedoria da Polícia de São Paulo e distribuídas sem autorização legal.

20 de fevereiro de 2011

RONALDO um fenomeno Internazionale no futebol


Ronaldo Luís Nazário de Lima, mais conhecido como Ronaldo ou também Ronaldo Fenômeno ou ainda Ronaldinho (Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1976), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como atacante.
Já era conhecido como Ronaldo no início da carreira, sendo por algum tempo chamado de Ronaldinho. O diminutivo surgiu na Copa do Mundo de 1994, quando a Seleção Brasileira foi com dois Ronaldos; o mais velho, jogador do São Paulo, tornou-se Ronaldão. Já o apelido de Fenômeno surgiu em sua arrebatadora temporada no Barcelona.[1]
É o maior artilheiro da história das Copas do Mundo com quinze gols.[2] É um dos poucos jogadores que estiveram dos dois lados de duas grandes rivalidades europeias: ele defendeu os espanhóis Barcelona e Real Madrid e os milaneses Internazionale e Milan.
Iniciou seu caminho no futebol no futsal do Valqueire Tênis Clube,[3] transferindo-se cedo para o Social Ramos Clube do Rio de Janeiro, para logo em seguida mudar-se para o São Cristóvão, também carioca. Porém foi no Cruzeiro que se profissionalizou e alcançou a fama como atleta no segundo semestre de 1993.
Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.[4]
Primeiros anos
Ronaldo teve uma infância pobre, embora não miserável.[1] Apaixonado por futebol, costumava matar aulas em Bento Ribeiro para dançar no clube Valqueire Tênis Clube, perto de sua casa.[3] Chegou a tentar treinar no Flamengo, mas por não ter dinheiro para pagar as quatro conduções até a sede do time,[1] foi parar no São Cristóvão. Além de ser mais perto de sua casa, o próprio clube lhe deu dinheiro para o transporte.[5]
Aos 14 anos, teve seu passe comprado pelos empresários Alexandre Martins e Reinaldo Pitta por US$ 7.500.[1][6] O jovem, que não conseguiu treinar no Flamengo, seria "perdido" por outros dois grandes clubes, Botafogo e São Paulo: para o alvinegro, o emprésario Reinaldo Pitta quis doar 50% do passe do jovem, que teria uma boa vitrine. Com a negativa, Ronaldo foi oferecido por 25 mil reais ao tricolo, que quis pagar 15 mil.[7]
Jairzinho o viu no São Cristóvão e pagou dez mil dólares pelo menino.[5] Revendeu-o para uma ex-equipe sua, o Cruzeiro. A equipe mineira ficou convencida a aceitá-lo após Ronaldo salvar-se em meio à má campanha da Seleção Brasileira sub-17 que disputou no campeonato sul-americano da categoria, em que o garoto foi artilheiro com oito gols,[8] enquanto o Brasil terminou em quarto lugar e fora do Campeonato Mundial de Futebol Sub-17 de 1993, primeira e única vez em que o time não se classificou para o torneio.


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13 de fevereiro de 2011

Rio de Janeiro -Brasil-Operação Guilhotina: arsenal da quadrilha é apresentado pela PF



Fernando Torres
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A Polícia Federal apresentou, na tarde deste domingo, o material apreendido durante a Operação Guilhotina, que indiciou 45 e prendeu 38 pessoas — sendo 20 policiais militares e dez policiais civis — acusadas de formarem um quadrilha que vendia armas e informações sigilosas a traficantes de drogas, além de formarem grupos de milicianos. Até o momento, de acordo com o delegado da PF Allan Dias, foram contabilizados uma granada, dois fuzis 556 (um deles com luneta), duas carabinas 38, sete pistolas calibres 380 e 40, um revólver 38, cinco mil projéteis de fuzis e pistolas de diversos calibres, 50 carregadores, 12 rádios comunicadores, duas lunetas, R$ 60 mil e 700 euros (cerca de R$ 1,5 mil) em espécie, 16 relógios.
Munição, armas e dinheiro foram encontradas em quatro residências. Só no endereço de um PM, em Jacarepaguá, estavam uma granada, um fuzil e três pisoltas. A PF também apreendeu cerca de 20 cordões de ouro e prata, que teriam sido furtados pelos policiais, em casas de traficantes, como espólio de guerra, durante as ocupações da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão, em novembro de 2010.
Na moradia do policial civil Stanlei Couto Fernandes, em Bento Ribeiro, os agentes da PF apreenderam munição de fuzil e pistola, que estava dentro de uma caixa de aparelho de jantar, e os 16 relógios, avaliados em R$ 4,5 mil. A outra caixa de munição foi recolhida da 22ª DP (Penha), pois não havia qualquer registro de entrada deste material na unidade, o chamado acautelamento. Na Delegacia de Represssão a Armas e Explosivos (Drae), a PF e a Corregedoria Geral Unificada (CGU) apreendeu 60 sacolés de cocaína, que não estavam atrelados a qualquer registro.
De acordo com Allan Dias, a investigação continua, mas ele afirmou que, com o que foi feito até agora, a quadrilha “perdeu seu cérebro”. Segundo o delegado, o grupo soube que estava sendo investigado e tentou ocultar provas. Pelo menos quatro fuzis ainda estão sendo procurados.
— Ainda vamos abrir alguns malotes, mas grande parte das apreensões já está relacionada. Nós miramos as cabeças das organização criminosas. Nosso trabalho foi preparado para guilhotinar as lideranças para deixarmos acéfalos estes grupos ilegais — ressaltou Dias.
Mais um policial se entrega
O inspetor da Polícia Civil Giovanni Gaspar Fernandes é o 38º preso da Operação Guilhotina. Ele se entregou, por volta das 16h deste domingo, na 16ª DP (Barra da Tijuca). Segundo o relatório da PF, Giovanni faz parte da milícia de seu pai, Ricardo Afonso Fernandes, PM da reserva, no bairro de Ramos, Zona Norte do Rio.
http://extra.globo.com/casos-de-policia/operacao-guilhotina-arsenal-da-quadrilha-apresentado-pela-pf-1064338.html


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Covardia é ...


Covardia é um vício que, convencionalmente, é visto como a corrupção da prudência, oposto a toda coragem ou bravura. É um comportamento que reflete falta de coragem; medo, timidez, poltronice; fraqueza de ânimo; pusilanimidade ou ainda ânimo traiçoeiro.
É o oposto de bravura e de coragem. É algo que te força a não tentar, a não lutar por simples medo, por indecisão, por fraqueza. É deixar de fazer algo, desistir, abandonar pela metade pela falta de confiança em si próprio. É atacar sabendo que o adversário não poderá defender-se. . Mais vale um covarde vivo do que um herói morto”, esse ditado popular nunca me agradou. É por causa desse tipo de pensamento que o Brasil é escravo da corrupção e de tantos outros grupos criminosos.
Para que serve um covarde vivo, se não para satisfazer os seus próprios caprichos? Ele é o primeiro a fugir quando sente o perigo e nunca tem uma opinião firme sobre algo que possa colocar em risco os seus interesses pessoais.


http://vista-se.com.br/redesocial/da-covardia-e-da-contradicao/
Por Bruno Müller
Estive pensando muito sobre covardia e contradição nas palavras e atitudes das pessoas.
Covarde não é simplesmente aquela pessoa que foge do perigo, como aceita o senso comum. De fato, podemos sinceramente dizer que é covarde um homem desarmado que, para preservar sua vida, corre de outro homem armado? Tampouco covarde é simplesmente aquele que tem medo de enfrentar as dificuldades. Todos nós temos medo, mas alguns de nós não nos deixamos paralisar por ele.
Covarde é aquela pessoa que é controlada pelo medo. Covarde é quem se deixa dominar. Covarde é quem deixa de fazer o que é correto por medo das conseqüências. Covarde é quem age tendo em vistas a aprovação alheia.
Mas há um outro tipo de covarde. Um tipo que manifesta sua covardia ativamente, através da agressão. Esse covarde é aquele que inflige dano ao mais fraco, àquele que não pode reagir ou se defender. Esse tipo também tem medo: medo de se confrontar com alguém que lhe possa fazer frente. Decide, então, voltar sua agressividade para onde é mais seguro.
Esses covardes são os homens que espancam as mulheres; os pais e mães que agridem os filhos; os filhos que agridem os pais idosos; as crianças que abusam de outras crianças, mais novas ou mais fracas; os pedófilos que abusam sexualmente das crianças; os torturadores diante dos prisioneiros; os psicóticos que tiram proveito da vulnerabilidade alheia, manipulam, humilham e distorcem as palavras de suas vítimas. E há outro grupo de pessoas que se enquadra nesse perfil: os onívoros. São os covardes ativos.
Há algo de comum a todos os covardes ativos. É o sentimento de poder. Eles agridem, maltratam, matam, torturam, abusam, destróem, simplesmente porque PODEM. Porque eles gostam. Porque extraem PRAZER disso. Claro, alguns deles vão dizer que têm bons motivos para fazer isso, ou que não há como ser de outro modo. Muito freqüentemente ele irá colocar a culpa na sua vítima: ela pediu por isso.
Mas há um equívoco muito grande quando se faz a distinção entre o covarde ativo e o covarde passivo. As pessoas tendem a afirmar que o covarde ativo é mais perigoso, é um risco maior para a sociedade e as pessoas à sua volta.Essa afirmação é falsa.
O covarde ativo pode até ser mais desprezível, pode ser um risco imediato maior e certamente é mais violento, mas o covarde passivo é igualmente nocivo e perigoso, especialmente nos momentos em que a coragem é mais necessária: nos momentos de crise e tragédia. O covarde passivo é igualmente nocivo e perigoso pois é ele que permite que o covarde ativo causa danos sem constrangimentos.
Esse covarde passivo é aquele que se cala diante das ditaduras. Que aceita as injustiças. É aquela pessoa que nada dirá quando temer que seus interesses estejam em jogo. Ele até poderá prosperar nos momentos de infortúnio alheio, pela sua discrição e às vezes pela sua astúcia. O covarde passivo pode ser perverso: aquela pessoa que não suja as mãos de sangue, mas entrega a vítima ao seu algoz. Pode, porém, até ser pessoalmente íntegro, alguém que pessoalmente jamais faria mal a outrem: mas também não se arriscaria jamais por isso. Os covardes são parasitas sociais que não apenas sobrevivem, mas muitas vezes vivem e prosperam graças à tragédia alheia.
Não sejamos, porém, maniqueístas. Todos nós somos covardes às vezes. A coragem é uma qualidade custosa. Não me refiro apenas ao perigo que ela pode trazer consigo, de dano físico, econômico, psicológico ou social. Me refiro também ao esforço que precisamos despender para exercê-la. Pois coragem sempre implica tomar atitudes e decisões. Não é fácil. Mas, se é humanamente impossível ter sempre coragem, é desprezível o ser humano que se pauta pela covardia.


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